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O mundo que vivemos é o mundo que guardamos dentro de nós…

Sustentabilidade emocional  


Nunca se falou tanto em sustentabilidade, no entanto, como podem os homens resolverem problemas fora de si, sem entender os que existem dentro?

Ainda pensamos a natureza como uma realidade exterior, sem nos sentirmos parte da mesma ou mesmo como parte de nós.

Mas a insustentabilidade do mundo, começa justamente pela insustentabilidade interior da natureza humana.

Preocupamo-nos com as gerações futuras e o que temos legado à elas há séculos?


Pensamentos conturbados, sensibilidades omitidas, instabilidades… Exploramos os recursos interiores sem dar nada para o meio em que somos convidados a estar.

Não é isso, o desmatamento? Desmatamos ideias e sentimentos com o mesmo vigor. Poluímos os 70% de água que nosso corpo é constituído com mágoas, amarguras, etc… Rios e mares são apenas um espelho narcísico!


Somos formados de energias que alimentam o funcionamento da usina cérebro e mantém unidos os átomos que somos constituídos…

E quanto desperdiçamos com atitudes sem propósito, criando dificuldades e guerreando contra o mundo?

Sempre precisando de muito para o pouco que nos dispomos a dar.

Mudanças serão efetivas, quando o ser humano, mais do que cuidar do meio em que vive, começar a pensar como ele vive no meio. Como se dá e recebe, como usa os recursos que a vida oferece…

Especialmente, entender que somos uma inteligência coletiva, na qual tudo está integrado. Que nada que fazemos é ação isolada, mas tudo terá reflexos a curto ou longo prazo.

Não estamos lutando pela sobrevivência dos relacionamentos em um futuro, mas por viver plenamente no presente!

O mundo que vivemos é o mundo que guardamos dentro de nós.

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Direitos autorais da imagem de capa:  Jakkapan Jabjainai  / 123RF Imagens





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