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O nome dela era…

O nome dela era Maria, e o aceitou como o homem da sua vida antes mesmo de descobrir o que era a sua vida. Sua própria vida. Aconteceu um pouco tarde, mas descobriu. No momento em que carregava um filho no colo, e um peso que costumava chamar de marido. Marido morto-vivo que nunca a apoiou em nada.



O nome dela era Fernanda, jovem, experiente, inconsequente. Experimentou o mundo como se fosse sempre o último dia. Mas não foi, nunca foi. Abusou da sorte, ganhou responsabilidades. Bem no momento em que queria apenas voltar a ser criança. Trocou a simplicidade pela incoerência.

O nome dela era Júlia, depositou tanta confiança e expectativa nos braços de alguém que não conhecia, que ao vê-lo deitado, na sua cama, com outra; deu as costas para si mesma e saiu do quarto sem vontade de viver.

O nome dela era Letícia, e se odiava. Achava que seu corpo possuía formas que não a pertencia. Valorizou tanto a opinião alheia que quando descobriu que seus pensamentos tinham o poder de transformar as linhas da sua vida, sentia que não tinha mais forças para pensar diferente.


O nome dela era Amanda, e foi deixada por tantos. Sofria diariamente pela rejeição que ansiava, criava, imaginava. No momento em que percebeu que sempre foi ela quem colocou tudo a perder, já estava mais uma vez estacionada em um relacionamento duvidoso. Mais… Uma vez… Foi deixada.

O nome dela era Gabriela, nem do cravo, nem da canela. Com seu moralismo exacerbado escolheu logo o seu “amor” para a eternidade. E por covardia escolheu o mais seguro, ou pelo menos o que parecia ser. Aquele que não aparentava qualquer risco de perda. Mas junto da segurança veio alguém sem sal, sem gosto, sem tempero, sem o toque vital que tanto precisava. Morno. Prendeu-se por covardia, e todos os dias quando chegava à conclusão de que o que gostava naquela pessoa era apenas o conforto e a comodidade, contra a lógica das suas vontades seu orgulho dizia: continue que uma hora dá certo.

O nome dela era… Vou fazer diferente.

As escolhas são sempre suas, e independentemente do resultado, você pode escolher o mais do mesmo, ou escolher um pouco do novo. Talvez seja interessante começar a responsabilizar-se pelas suas escolhas, e aprender a enfrentar seus “demônios”. Suas próprias criações. Se o seu juízo não está perfeito, se sua saúde psíquica está comprometendo suas decisões, se suas emoções estão descontroladas, então é importante que você busque ajuda e comece a dar passos mais acertados na sua vida. Não desista jamais! Escolha viver bem.


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P.S:  Sintam-se convidados para ler meus outros textos e me adicionar as redes sociais. Os dados estão na descrição do autor.

Ninguém sofre por amor… A gente sofre é quando ele falta!

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