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O poder do amor-próprio: como desenvolver e praticar

O poder do amor-próprio: no final temos somente a nós mesmos.

Amar, ter afeição, conexão, cuidado, começo com essas palavras para você se questionar.


Você pratica o amor-próprio?

Passamos tempo demais cuidando dos outros procurando maneiras de demonstrar o sentimento avassalador que é o amor, e nesse vai e vem de demonstrações, seja na família, na vida amorosa ou nas amizades, esquecemos da pessoa que mais precisa de cuidado: você! O seu eu.

O amor envolve uma série de atitudes que demonstram afeição, desenvolvendo uma conexão única, baseada em cuidados, e a partir do momento que descobrimos que é possível e necessário amar-se antes de apenas apreciar o próximo, entendemos o poder do amor.


Antes de tudo, peço que você se questione novamente e procure saber como anda o seu amor-próprio, ele existe?

Você frequentemente pensa nos outros e acaba se machucando? O que você faz para agradar a si mesmo?

A partir disso relacione o conteúdo que vier a sua mente, e se as respostas o levarem à conclusão de que o amor por você não está presente, ainda há tempo! Todo dia é uma nova chance para nos reinventarmos.

Ao longo da vida criamos um paradigma de que colocar nossas vontades em primeiro lugar é um ato de egoísmo e maldade com o próximo, mas quando a vontade do próximo nos machuca e a todo momento as nossas decisões são baseadas em agradar os outros e não a nós mesmos, é o momento de abrir a mente e voltar o cuidado para nós, antes de tudo.


Lembre-se: nada é tão seu como a sua personalidade, sua subjetividade, o seu jeitinho de agir, e nada nem ninguém podem tirar isso de você!

Preocupe-se em cuidar mais do seu eu, cativar a sua paz, agradar a si, e assim, abrirá o seu coração para os amores, sejam eles na família, amizades ou relacionamentos, sendo assim capaz de entregar-se de corpo e alma, com segurança, e quando passar a cuidar de si mesmo, atrairá cuidado, não aceitando menos do que merece.

Portanto, ame o próximo, mas não se esqueça de você!

Reinvente-se quantas vezes forem necessárias, descubra em si o poder do amor-próprio, entregue o seu melhor, procure tomar decisões que o agradem, tire um tempo para pensar, distrair-se e rir da sua própria companhia.

Assim será capaz de amar suas qualidades, aceitar os seus defeitos e assim descobrirá o ato de amar-se.

No final, temos somente a nós mesmos, e nada é tão seu como o seu eu.


Direitos autorais da imagem de capa: Matthew T Rader on Unsplash





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