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O poder do falar: curar

Falar modifica a interpretação. Quando você fala da sua dor, você ocupa uma nova posição.

Quando você quer se livrar da DOR da angústia, do medo, da depressão, da ansiedade, você procura a cura, você decide fazer terapia e ou coaching. No processo de terapia, você reorganiza o passado, no SEU presente; já – no processo de coaching, você constrói planos de ação, para conquistar o NOVO, o DESEJÁVEL.



Em meu trabalho, uno essas duas faces da moeda, por isso chamo de psicoaching, porque o que importa é VOCÊ falar sobre sua dor, sentimentos, dúvidas, baixa autoestima, que tiram o significado da vida, da SUA VIDA PODEROSA.

Falar com um amigo, um parente, um representante da sua religião é bom, é MUITO BOM, para desabafar. Contudo, seu amigo e parente estão envolvidos com você emocionalmente e isso pode deixar a análise de sua dor nebulosa. O religioso tratará a sua dor pelo viés da filosofia que ele pratica.

Falar com um profissional é EXCELENTE! Porque esse profissional ocupa uma posição neutra na sua história. Como psicóloga e coach, eu recebo meu cliente sem julgamentos, respeitando sua religiosidade, suas ações, suas decisões perante a vida. Olho para VOCÊ – na totalidade e unicidade e posso ajudar-lhe a encontrar a força, o poder para construir uma NOVA HISTÓRIA.

No primeiro encontro de Terapia e Coaching, você já permite que seu cérebro comece a processar as informações de um novo jeito. Outro dia, fiz a entrevista no meu cliente, vamos chamá-lo de Zé. Assim que eu o recebi com um abraço e um sorriso, senti o quanto ele estava sofrendo há anos, li em seu corpo, em sua voz, em seu olhar os traços de uma dor mortal que o atrapalhava nos relacionamentos afetivos, na vida profissional. Ele falava dele, contando sobre sua história. Até que ele me perguntou:


– “Mel, tem coisas na minha vida que eu não quero falar, porque foram muito dolorosas, não gosto nem de lembrar, porque revivo tudo, sinto tudo novamente.”

Entenda que o Zé não precisava me contar, ele já estava contando o seu sofrimento que o tempo todo se repetia em sua mente, fazendo com ele se sentisse mal o tempo todo.

Usando de uma técnica de Programação Neurolinguística (Programação da Comunicação Mental), ele se sentiu à vontade para falar da dor, do sentimento, das sensações, das cores… e, no tempo dele, falou da cena dolorosa, traumática, que o fez prisioneiro, desde a infância.


Ao final da vivência, ele me disse: “Mel, sinto como se tivesse saído de um buraco fedido, escuro, apertado. Agora vejo luz, sinto o ar fresco, posso me mexer.”

O Zé deu início ao seu processo de CURA.

Nesse processo o profissional é o facilitador é aquela pessoa está focada, comprometida com a Jornada de CURA com autoconhecimento do seu cliente, para isso ele usa de diversas técnicas científicas. Eu sempre digo que, com essa jornada, a pessoa assume o comando da própria vida, tornando-se PROTAGONISTA DA PRÓPRIA HISTÓRIA.

Essa é uma crença da maioria das pessoas: falar faz reviver a dor. E a verdade é que quando você fala das suas memórias, você se permite entender o fato, dar novo significado.

Falar modifica a interpretação. Quando você fala da sua dor, você ocupa uma nova posição.

Compartilhe sua dor com quem você sinta que possa acolher você, respeitar a sua dor, apontar para você caminhos para superar e iniciar uma nova VIDA mais FELIZ. A VIDA QUE VOCÊ MERECE.

Procure a pessoa certa, de acordo com seu julgamento e FALE sobre sua dor.

Eu afirmo e desejo: “CURE-SE. SEJA O PROTAGONISTA DA SUA HISTÓRIA!” Vamos lá viver a vida que você MERECE!

Abraços acolhedores da Mel.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf.com / 4pmproduction

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