4min. de leitura

O primeiro passo para a plenitude é o autoconhecimento. Precisamos olhar para dentro!

Balanceando sua vida: o primeiro passo para a plenitude é o autoconhecimento

Precisamos olhar para dentro! O ponto é simples: se você não sabe quem é, não saberá o que é bom para você, nem o que fazer. Acabará se machucando.


Na medida que somos honestos conosco mesmos, podemos verdadeiramente nos conhecer e, com isso reconhecer nossas fragilidades para então poder trabalhar com elas ou até superá-las.

Veja aqui meu vídeo sobre este tema: 


O primeiro passo para a plenitude é o autoconhecimento. Precisamos olhar para dentro – abrirmo-nos para nós mesmos e explorar nosso “eu”. O ponto é simples: se você não sabe quem é, não saberá o que é bom para você, nem o que fazer. Acabará se machucando.


Este olhar interno precisa ser feito com total honestidade. Não crueldade. Mas sem mentiras. Sem se enganar. Criamos o hábito social de “cultivar” nossa imagem, mostrando que temos de melhor e escondendo o que temos de ruim. Isso até serve para a sociedade fluir melhor.

Mas quando se trata de você olhando para dentro, você se vendo, aí essa prática social não serve. Você precisa se enxergar como você realmente é. Sem isso, não terá como crescer e se aperfeiçoar.

Nesse processo, você precisa aceitar sua fragilidade. Aceite onde está fraco. Aceite suas falhas. Reconheça-as. Conheça seus limites.

Isso lhe servirá de duas formas: 1) ao viver a vida, você ficará ciente de sua tendência a errar nessa ou naquela situação que exacerba sua falha e assim, poderá antecipar a falha, corrigindo-a antes de acontecer e 2) você pode gradualmente superar ou minimizar a falha intencionalmente, com foco e inteligência.


E como balancear um pneu. Primeiro a gente identifica onde está o desequilíbrio, depois a gente coloca um pesinho para compensá-lo. Assim você pode balancear sua vida, ao propositalmente compensar suas falhas. 

Faça isso não só no comportamento, mas especialmente no ato da decisão. Ao tomar uma decisão, examine suas falhas. Elas estão atuando na decisão? Você contrabalanceou a decisão em vista de suas tendências falhas?

Para que tudo isso funciona e o ajude, você precisa de autoperdão.

Sem autoperdão, o processo de identificar falhas se torna doloroso e até mesmo contraproducente. Sem autoperdão vira uma viagem egóica de autoflagelamento.

Com autoperdão, a vida flui. Você reconhece o erro e se perdoa por ele, com aceitação e amor, ao mesmo tempo que busca corrigi-lo.

Com autoperdão você pode encarar o que tem de pior em você, aceitar a situação atual, e trabalhar para ser melhor amanhã, sem se perder em autodepreciação e lamentação.

Então, com coragem e honestidade, e dotado de enormes doses de autoperdão, busque suas falhas, aceite sua fragilidade e balanceie sua vida.

Seu amigo,

Giridhari Das


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: deklofenak / 123RF Imagens





Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.