O que faria o dna enlouquecer?

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O médico indiano Deepak Chopra declara: “o câncer é o comportamento selvagem e anti-social de uma única célula, que se reproduz sem seguir o padrão, sem sinais de nenhum lado, a não ser, aparentemente, de seu próprio DNA enlouquecido”.



O que faria o DNA enlouquecer?

Quando fazemos a relação mente/corpo, seria a constante exposição do indivíduo às diversas situações estressantes, e geralmente traumáticas, tais como: perda de um ente querido, qualquer tipo de perseguição, perda de emprego, rompimento de relações amorosas, acidentes, etc.

O nosso sistema imunológico é o Quartel General onde todos os soldados (leucócitos ou glóbulos brancos do sangue) estão sempre em alerta para defender o organismo contra qualquer invasor (bactérias, vírus).

Ao menor sinal de alarme, o batalhão, mais próximo do lugar afetado, se desloca em direção ao intruso, cercando-o, matando-o e expulsando-o para fora do corpo. Terminada a operação, o corpo como um todo sente-se livre do inimigo e os soldados voltam para o Quartel General.


Porém, em se tratando de uma mente estressada, o corpo recebe a mensagem de constante perigo e o QG fica emitindo sinal de alerta e o exército é mobilizado para sair correndo em busca do inimigo. Mas, não há inimigo a combater, embora o alarme não pare (estresse). Como a função do sistema imunológico é sempre defender o corpo, mesmo quando a informação é falsa, faz com que os soldados, matem, comam e expulsem tudo que encontrarem no seu caminho, inclusive as células saudáveis. É assim que o próprio organismo se autodestrói.

Fica claro, então, que é o desequilíbrio mental e emocional que provoca uma atividade descontrolada do sistema imunológico que, ativado insistentemente, não consegue mais identificar, no organismo, as células sadias que lhe são próprias, daquilo que pode ser considerado como “inimigo”.

O sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo, se autodestruindo – é  isso que se chama “doenças autoimunes”.


As doenças autoimunes mais comuns hoje são: aids, câncer, artrite reumatóide, espondilite anquilosante, esclerose múltipla, lúpus, obesidade, ansiedade e algumas outras.

Portanto, o fator desencadeador do processo que leva o indivíduo à doença não é o estresse propriamente dito, mas a maneira como ele consegue lidar com a situação que pode levar ao estresse. Vários indivíduos submetidos ao mesmo estímulo estressante terão respostas diferentes de acordo com o tipo de personalidade, seu histórico de vida ou experiências anteriores, as relações interpessoais, realização profissional, sua autoestima, seu sistema de crenças, enfim, a maneira como encara a vida e lida com ela.

Na busca do reequilíbrio está a defesa contra a doença.

O primeiro passo para a cura será tomar consciência do que pode estar nos afetando. A maioria das pessoas não sente a necessidade de estar atento àquilo que as afeta, quando tudo está indo bem.

A vida parece estar no piloto automático que vai nos levando, até que… a doença ou a infelicidade surge e nos sentimos esmagados, mergulhados em um mar revolto de acontecimentos e emoções.

É necessário deixar de lado o orgulho e a vaidade e reconhecer que somos frágeis e precisamos de ajuda. Precisamos de médicos, mas, com certeza, precisamos muito mais de alguém que nos mostre o caminho de volta para a nossa Essência – o caminho para a Fonte. E a Fonte da Vida é a Inteligência que permeia tudo em todo o Universo – o macrocosmo – assim, como em nós – o microcosmo.

A Religação Divina e Curativa é o caminho de volta para a Essência de cada um, pois é o Eu Superior de cada um de nós que deseja e espera que avancemos no caminho evolutivo, nos auto percebendo como Seres Espirituais e nos dando todas as ferramentas para nos manter em perfeita harmonia e equilíbrio.

Gustavo Meyer

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Direitos autorais da imagem de capa: kjpargeter / 123RF Imagens

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