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O que importa é amar sem nunca ter medo do fim…

O que importa é amar sem nunca ter medo do fim...

Tudo é aprendizado nessa vida! Amores vão e vem, mas o que importa mesmo é amar… amar… e amar… sem nunca ter medo do fim! 



“Mulheres, mulheres! Aprecio demais o encanto feminino!

Fiquei pensando:

De que adianta ser o cara que pode sair com todas, conquistar essa, aquela ou a outra também? De que adianta? Que ganho com isso, se meu coração padece no vazio mesmo diante de todos os perfumes que a vida me oferece?


Cultivo algo que não existe mais. Alimento um amor que só permanece em mim! Fechando as portas para as oportunidades!

E eu continuo insistindo, levando patada e paulada! Escutando coisas horríveis do ego!

Será certo insistir ou abandonar de vez e conviver com a falta? Dizem que a dor de um amor só cura com um novo amor. E se eu não quiser outro amor? (Confidências de um coração masculino)

Após tal revelação sincera, muitas mulheres podem afirmar: “Não! Isto não é verdade!” E por que não pode ser verdade? Só nós mulheres somos detentoras de  tamanha sensibilidade? De forma alguma! Os homens são tão humanos quanto nós! Eles também amam e sofrem quando não são correspondidos.


Às vezes é muito difícil  despedir-se de um amor. Temos até a certeza de que o mesmo  já morreu faz tempo. Mas… ainda assim, insistimos com esse defunto pelos quatro cantos do nosso coração. Queremos a todo custo ressuscitá-lo. E mal percebemos que apenas um dos lados vela sozinho o morto amor.

O que fazer então?

Primeiro: O parceiro está feliz com a nova vida após a separação? Se sim! Aceite a felicidade de quem você ama. Pois… quem ama de verdade quer ver sempre o outro feliz! 

Segundo: Por que a insistência em algo que já teve fim… em algo que você já fez de tudo para restaurar e  mesmo assim não obteve resultado algum?


Questione-se ,por favor! Se a resposta for por medo da solidão ou por medo de encarar uma nova relação bem mais feliz, sinto muito… mas isto não é amor e sim puro APEGO!

Chega de acolher os torturantes pesos do “deveria”: “Deveria ter sido assim… deveria ter feito assim! É preciso tomar consciência de que sempre damos o nosso melhor para cada escolha que tomamos nos instantes da vida.

Quando o amor morre o que resta é  aceitar a despedida com ternura. É tentar jogar no mar esse falecido amor e ver o quanto o mesmo flutuará, pois carregará  consigo as leves e belas lembranças boas impregnadas no mesmo.

Como na vida… enquanto uns morrem… outros nascem trazendo esperança. E no amor… não há diferença! Aceitar o fim é também aceitar um recomeço!


Portanto… curem ressentimentos impregnados no solo de seus corações. É um solo seco que não brota nada. Os corações sofrem com essa aridez.

Encharquem logo de lágrimas e aos poucos quando o rio de choro ficar bem raso… brotarão as flores de dores tão suas. No entanto, com o tempo essas dores vão morrer e vão deixar em suas almas a beleza da sabedoria. Tudo é aprendizado nessa vida! Amores vão e vem, mas o que importa mesmo é amar… amar… e amar… sem nunca ter medo do fim!

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Direitos autorais da imagem de capa: teksomolika / 123RF Imagens


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