O que nos torna humanos: como equilibrar as emoções e libertar a resistência

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O que nos torna humanos?



É a nossa inteligência, nossos corpos físicos, os nossos corações?

Sem dúvida, é uma combinação de todos eles.

Unidos, partilhamos alguns denominadores comuns, do sexo masculino ou feminino. Todos nós habitamos corpos humanos com funções e necessidades semelhantes. No entanto, estamos muito além de tudo o que imaginamos ser. A vibração do nosso coração se estende muito além de nossas fronteiras pessoais. Se você dividir um quarto com outras pessoas, você estará muito mais ligado energeticamente a elas do que pode imaginar.


Como seres humanos, a parte menos explorada e percorrida, é o coração. O que nos traz mais próximo do Divino é o nosso corpo emocional, que abriga o nosso espírito.

Se você olhar para qualquer livraria nos dias de hoje, existem inúmeros livros voltados para o corpo (perda de peso, musculação, nutrição) e sobre a mente (pensamento positivo, como desenvolver a inteligência, as questões do intelecto). A lacuna no nosso conhecimento está relacionada ao coração.

O coração é o centro do nosso ser, a sede da nossa inteligência inata, nossas almas.


Muitos em nossa sociedade têm muros de proteção em torno de seus corações. Porém, como indivíduos, esses muros afetam nossa capacidade de dar e receber amor.

“Se, em nosso coração, nós ainda nos apegamos a qualquer coisa – raiva, ansiedade, ou posses – não podemos ser livres.” – Thich Nhat Hanh

Do outro lado da velha bagagem emocional, estão o amor e riso, abundância, saúde e satisfação. Toda vez que você se nega ou foge de lidar com uma questão emocional no momento do AGORA, essa bagagem se acrescenta à sua bagagem emocional. Não é à toa que temos tanto sofrimento. Dor é resistência ao sentimento. Doença no corpo reflete um desequilíbrio emocional.

Liberar emoções significa que elas se foram para sempre. Temos emoções constantes que se baseiam em nossas experiências: raiva, amor, tristeza, felicidade e medo. Todas estas são necessárias para o nosso bem-estar e sobrevivência. De fato, em um dado momento, nós experimentamos uma fusão dessas cinco emoções, o que informa a qualidade da nossa experiência.

A consciência coletiva gira em torno de como vemos e respondemos ao mundo que nos rodeia. Cada um de nós tem um aspecto coletivo comum a todos, e um único indivíduo baseado em experiências de vida.

Por que as emoções são tão importantes?

Essencialmente, são elas que nos definem como seres humanos. A forma como nos sentimos se relaciona principalmente com nosso coração e conexão com Deus. Pensamento abraçado com emoção é o que cria a realidade. Através das emoções nosso corpo se comunica conosco. Emoções são essenciais para sentir o que deseja, sem julgamento.

Emoções fluem livre e naturalmente quando estão autorizadas a circular pelo corpo. Quando alguém se rende ao sentimento sem julgamento, as emoções são sentidas, e em seguida liberadas. Inibir emoções que leva a doenças.

Emoções excessivas e não processadas formam câncer no corpo através da alimentação de neuroses e obsessão compulsiva.Um exemplo popular é a depressão, que muitas vezes é causada (ou exacerbada), por sentir a mesma emoção várias vezes, bloqueando-a de ser expressa e liberada. Emoções reprimidas tornam-se tóxicas no organismo, da mesma forma que tomar veneno.

Os cinco sentimentos fundamentais que experimentamos o tempo todo, são raiva, amor, tristeza, felicidade e medo.

Estes são protetores e pode realmente salvar as nossas vidas. Por exemplo, a raiva é muitas vezes definida como uma emoção negativa, que fora de controle, pode ser fatal. Mas a raiva pode muito bem conduzir uma mãe a salvar seu filho de um invasor. Tecnicamente falando, as emoções não são negativas ou positivas, todas elas fazem sentido, e tudo o que precisamos é expressá-las de forma saudável.

Como podemos alinhar nossas emoções?

A maneira mais divertida é através de risos e movimento. Geralmente as três chaves usadas para a libertação de emoções são respiração.

Nossos sentimentos são um microcosmo do mundo. Nosso coração reflete a nossa conexão com a Criação. As experiências de vida são intensificadas por emoções, que tornam a vida digna de ser vivida. Emoções até mesmo estimulam o sistema imunológico.

O objetivo é não escapar do corpo, do sentimento, ou do planeta. Não há nada de intrinsecamente errado com a nossa natureza.

Todos os seres humanos têm acesso a sua própria sabedoria pessoal, que é centrada no coração. Manter-se presente “consigo mesmo” alimenta a experiência de dar e receber amor, e desta forma podemos nos tornar faróis de inspiração para aqueles em nossa presença.

Expressar a sabedoria do nosso coração planta sementes em nossas vidas e nas daqueles que encontramos. Essas sementes irão florescer e se tornar gloriosos pomares com o tempo, se deixarmos. Demasiadas vezes, é a negação do amor que cria a separação e a sensação de estar “perdido”, o tédio dos nossos tempos.

Personificação significa estar aqui, agora, sem separação do seu “eu”, ou de sua natureza divina.

Nós somos os únicos pelos quais temos esperado e a fonte do amor está dentro de nossos corações. Ouça a sabedoria do coração, ganhe acesso aos reinos infinitos da possibilidade.

 

Traduzido pela euipe de O Segredo

Fonte: FinerMinds

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