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O que os cafajestes da tua vida te ensinaram?

A história sempre se repete: você conhece um cara, ri das piadas -sem graça- dele, adora o seu pet -caso ele tenha um- e procura ser a mina dos sonhos de qualquer garoto. Saem juntos, bebem um pouco, beijam muito, dormem de conchinha e quando vê, já era, tá apaixonada.



Depois disso você percebe que ele costuma não te responder com tanta rapidez e sempre some nos fins de semana, nunca te apresenta aos amigos e tem uma enciclopédia de desculpas -na qual você acredita- para não ter te ligado no dia seguinte. Mas um belo dia você acorda, percebe que está sendo idiota, se doando para quem não quer te receber.

Aí vem a segunda parte: você chora, acha que o problema é você, já não quer mais sair de casa, recusa todos os convites de balada que as amigas fazem e, a vaidade, bem, cê esqueceu no chão do banheiro.

Até aqui tudo normal, acontece nas melhores famílias. Não há nenhuma novidade, é só a vida te apresentando –mais um- cafa pra você amar e aprender com ele que a era dos contos de fadas chegou ao fim, amiga. Você ainda não entendeu que o príncipe nasceu pra encantar -iludir- e não pra ser perfeito?


Então desencanta, e não venha dizer que estou sendo má, olha só o “príncipe Charles”, amor. Fora dos contos a vida não escolhe entre realeza e plebe, basta ter um coração e, voalá, está vulnerável! Chora, chora tudo o que tiver pra chorar, mas depois passa um rímel e encara o mundo de frente, extrai dos seus relacionamento os ensinamentos que cada cafajeste te deixou.

Quando ele não te ligar, aprenda que tu não precisa mendigar o amor do outro, não seria amor, seriam migalhas. Não sei você, mas o que me interessa são amores inteiros, que eu vá por inteira e não pela metade, ou então seria apenas um quase amor, como muitos que vivi.

Os cafajestes me ensinaram a amar também, a dar valor a quem me quer bem, a quem destina tempo na correria do dia a dia para me dizer um “eu te amo” mesmo que seja na tela do celular. Me ensinaram a me amar, a encarar a moça do espelho e perceber o quão linda ela é o quanto ela já sofreu por não praticar o amor próprio.


Me ensinaram a soletrar o “foda-se” sem dó nem piedade sempre que eu era a última opção da lista dele, me ensinaram a tratar como terceira pessoa do plural quem não me tratava como primeira do singular, sempre fui boa aluna, logo aprendi que eles não merecem o que eu trago comigo.

Em resumo, e parafraseando Ricardo Coiro, a maior lição que tiramos disso tudo é que eles me ensinaram como esquecer um canalha -logo, um cafa- pensando no quão mal ele pode me fazer!

E você mulher, O que os cafajestes da tua vida te ensinaram? Pare de odiá-los tanto porque na vida eles são ótimos professores.

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Por: Josiany Lima – Via: Superela

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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