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O que podemos aprender com as crianças:

Antes da reencarnação, o espírito entra em um estado de perda de consciência, esquecendo-se do seu “ser divino” e sua personalidade. Essa condição permanece durante a infância, aumentando as responsabilidades dos pais (ou tutor legal) no desenvolvimento das crianças.


Com o tempo o espírito vai retomando o controle, mas é possível uma comunicação plena nesta fase da vida.

Não é comum em nossa reunião atendermos crianças muito pequenas, mas, às vezes somos agraciados. Os processos são sempre esclarecedores. Desta vez um jovem pai trouxe o seu filho, de um ano e dois meses, chamado Douglas. Esse menino é uma criança abençoada, sendo sempre uma experiência única e imensurável de aprendizado sobre a espiritualidade.

Se vocês permitirem, eu vou relatar rapidamente a primeira vez que atendi o Douglas:

“O menino estava doente, com muita febre. Os pais o trouxeram para que nós o ajudássemos a descobrir o motivo da doença. Pelo contato inicial, percebi que a sua energia estava toda bagunçada. O motivo era as constantes brigas entre os pais, na frente do filho, que impregnava uma energia ruim em volta do seu períspirito. Toda essa carga acabava gerando um estado febril em seu corpo físico. Douglas estava calmo, no começo do processo, facilitando a minha conexão com o seu “Eu Superior” para saber o que estava acontecendo (pois ele era bem pequeno, sendo que isso poderia dificultar o processo espiritual). A resposta veio desde pequeno espírito e somente com os meus estudos anteriores pude entender toda a situação: ‘Calma eu já sabia de tudo isso quando decidi vir. Está tudo certo. Pessoas virão e cruzarão meu caminho para que eu tenha o apoio necessário para essa jornada’. Neste momento, os papéis foram invertidos. Eu tive a vontade de ser assistido por aquele ser iluminado. Isso demonstra que a nossa idade carnal não significa experiência e que Deus não joga dados e nem faz nada ao caso”.

Voltando para a reunião atual, o pequeno Douglas estava novamente a minha frente. Eu pensava no que poderia aprender novamente com o menino. Douglas estava sentado no colo da mãe.

Comecei a trabalhar a minha respiração buscando uma conexão direta com um mentor que estivesse ali para auxiliar o processo.


A espiritualidade me mostrou os Chakras dele. Eles eram diferentes dos que habitualmente vejo em adultos. Nem todos estavam à mostra ou eram da mesma cor. Havia um espiral preto e branco com um brilho dourado girando em sentido horário. O seu Chakra cardíaco era enorme. Aproximei-me por meio da clarividência e pude perceber umas ranhuras em movimento

Fiquei pensando: “O que será que são essas ranhuras no Chakra desse menino?”. Eis que surge um espírito para sanar as minhas dúvidas:

– Esse chakra cardíaco funciona nos corpos astrais como um disco rígido de computador, onde são  gravados energias emocionais do ambiente em que a criança convive.


A entidade citou um exemplo para elucidar o fato:

– O pai fala com a criança ou com a mãe gritando. Essa energia é registrada nesse chakra da forma como foi expressa e isso não é bom. Mesmo que as palavras do pai sejam “Gritar é errado!”, a energia em movimento foi gravada. Essa “gravação” vira o norte das atitudes emocionais dessa criança, que repetirá os padrões, mesmo tendo consciência no futuro que esta não é a melhor forma de agir.

– Quando perdemos momentaneamente a razão, nós nos conectamos diretamente com esses padrões registrados no nosso “disco rígido das emoções” que foi gravado em nossa infância. Muitos terapeutas voltam a essas fases da vida durante as sessões para poderem auxiliar melhor o indivíduo.

Após a explanação do espírito passei a informação para todos os presentes.

Desta maneira todos terão conhecimento da importância que nossas atitudes verbais e físicas têm em nossos filhos e nas crianças de nosso convívio.

Gratidão pela vida e pelas oportunidades!





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