ColunistasReflexão

O que vem depois do depois…

“E agora, José?”



A festa acabou, vem aquele aperto de que, mais um ano começa de verdade e parece que a vida ainda não está acontecendo.

Essa velocidade frenética do nosso Senhor Tempo, que não perdoa e passa por nós como um motorista de ônibus apressado que para por apenas um segundo no ponto e pergunta:

Quem vai?


E já fecha as portas a seguir viagem. Ficamos ali no ponto, pensando: por que não subi?

Somos induzidos a decidir rapidamente, qual prato pedir, que fila entrar, qual faculdade, que curso?

Casar ou trabalhar?

Ser dona do próprio nariz ou seguir apenas sonhando, presa a padrões e formatos antigos de pensamentos de que: “Hum, isso não vai dar certo, aqui é mais seguro.”


Eu digo a você que é preciso um movimento, caso você se sinta dentro dessa historinha acima, mas por outro lado, você está exatamente onde deve estar, fazendo o que tem que ser feito e se sentiu a necessidade desse movimento…

Então você está sendo chamado a fazer diferente, a subir no ônibus sem pensar e fazer sua história exatamente como deve ser.

Vamos vencer juntos?


O retorno…

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