AmorCrônicas

O querer de um amor verdadeiro…

AMORLINDO

Hoje, queria lembrar como seria amar genuinamente. Como seria dividir a coberta e os olhares no silêncio de um beijo de alma vibrante.



Sem os orgulhos que nos envolvem, sem as fotos que nos insistem, sem a felicidade constante que nos cobram.

Queria, pelo menos um pouco, fugir desse planeta que tudo sabe, e, viver no segredo e na emoção de um amor sincero.

Viver as fases inéditas da vida, mas sem perder a presença de quem me ilumina.


Caminhar sozinho, mas ver naquele céu de imensidão a certeza do esperar de alguém.

Ter a companhia de quem se ama; num infinito totalmente nosso e repleto de estrelas que alimentam o sossego dos nossos corações.

Deitado à lua, deixaria meus vazios de lado e ficaria rente ao sussurro das palavras-sorrisos que trocaríamos.

Me deixaria ser desvendado, me deixaria amar e ser amado, me deixaria viver, para nunca me arrepender daquilo que um dia não fui.


Não tenho sonhos incabíveis, almejo pouco, mas, sincero. Seja o beijo ou a vontade de dividir os anseios e lençóis.

Nesse meu íntimo, confesso, que aquele abraço de despedida está doendo até hoje.

A duras penas, aprendi como num minuto cabem horas de amor e sofrimento.

Francamente, espero que passe, pois, hoje a solidão já virou de estimação.


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Por: Frederico Elboni – Via: Entenda os Homens

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