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O seu trabalho faz sentido para sua vida?

Algumas frases do livro: O 8º Hábito de Stephen R. Covey. Elas fazem sentido para você?



“Estou aprisionado na rotina.”

“Não tenho vida própria. Estou esgotado, exausto.”

“Ninguém me dá valor. Meu chefe nem tem ideia da minha capacidade.”


“Estou frustrado e desanimado. Não estou conseguindo ganhar o suficiente para pagar as contas.”

“Talvez eu não seja bom o suficiente. Não faço diferença.”

“Sinto um vazio por dentro. Minha vida não tem sentido, está faltando alguma coisa e eu não sei o que é.”

“Estou estressado. tudo é urgente.”


“Estou cheio de politicagem e bajulação.”

“Estou entediado. Não vejo a hora de ir embora.”

Afinal, o trabalho dignifica ou danifica o homem?

Você já reparou que a relação que temos com uma empresa, seja ela escolhida por nós para trabalhar ou sejamos nós escolhidos por ela, sofre a mesma dinâmica de uma relação amorosa?


Quando dizemos que toda relação amorosa acaba indo para o mesmo lugar – lugar comum; é o mesmo que falamos em relação a uma empresa. Seja ela desejada por nós, seja ela a melhor empresa para se trabalhar ou mesmo uma pequena empresa; passamos por momentos muito semelhantes e o que difere é quando e como.

Uma empresa torna-se insustentável para nós quando estamos distantes do que acreditamos, dos nossos valores e objetivos. Torna-se insuportável quando começamos a seguir no piloto automático e o prazer que tínhamos nos primeiros meses ou anos, não é mais o mesmo. E percebemos isso em detalhes como: domingo a noite bate o desespero de mais uma semana onde o que mais queremos é que chegue logo a sexta-feira. Ou então, quando o diretor da empresa começa com aquelas velhas promessas que você sabe que não passam de discurso. Ou quando somos escalados para visitar a filial do Nordeste para resolver problemas que não farão diferença na sua vida profissional. Resumindo: a relação profissional torna-se um peso quando não faz mais sentido, quando estamos sendo aquilo que não somos e carregar essa farsa torna-se um fardo com direito a noites mal dormidas, dores de cabeça, gastrite e todas as “ites” que nosso emocional não suporta e manda para o nosso corpo físico.

Como disse Stephen R. Covey, no seu livro O 8º Hábito,  a melhor e muitas vezes única maneira de sair do sofrimento para uma solução duradoura é entender primeiramente o problema fundamental que causa a dor. Apesar de todos os avanços, da inovação dos produtos, da tecnologia em alta, da globalização, não progredimos nas organizações para as quais trabalhamos. Sentimos-nos, muitas vezes frustrados e insatisfeitos. A sensação é que não podemos mudar muita coisa, no sentimos impotentes e sem perspectiva. Isso porque, na maioria das vezes, não temos clareza sobre o rumo da organização ou sobre suas prioridades mais altas, ou mesmo não temos certo o sentido do trabalho que executamos.

O fato é que relação perfeita, seja ela com uma empresa ou amorosa, é definida por nós dessa forma quando mesmo diante dos problemas conseguimos nos colocar de uma forma que não nos agrida; isso por que conseguimos chegar num ponto em que estamos bem resolvidos conosco, quando sabemos o que queremos, onde queremos chegar e como chegaremos. Se estivermos numa relação profissional desgastada teremos que colocar na balança e se pesar os aspectos negativos reais, precisamos ter serenidade e responsabilidade para tomar a decisão de uma forma madura e honesta conosco e com os outros. Para manter uma relação profissional é necessário que nós tenhamos a sensação de engajamento e, como disse Covey, num trabalho que use nosso talento e alimente nossa paixão – que surge de uma grande necessidade do mundo que nossa consciência nos chama a atender, ou seja, o trabalho tem que fazer sentido para o nosso projeto de ser no mundo. O seu trabalho faz sentido para sua vida?


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