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Oi, corpo! o que você quer?

Eu sei que parece piada, mas a cada vez que alguém me pergunta qual dieta fiz para emagrecer e ficar slim como estou, digo:



– Comecei a ouvir o meu corpo.

– Mas como assim? O que você come?

– Tudo o que tenho vontade e o que me fará bem. Uso o mesmo pensamento com as porções e quantidades.


– Nossa! Mas como você faz para ouvir o seu corpo?

– Ele berra o tempo todo com a gente

Eu sei que essa ideia soa como aberração. Mas vamos lá: tudo é uma escolha em nossa vida. Uma vez que ficamos a nosso favor, ficamos do nosso lado e resolvemos nos ajudar em primeiro lugar, o resto vira um reflexo deste olhar.


OI CORPO FOTO DE CAPA E FOTO 01

Por exemplo, não escolhemos o trânsito para o trabalho. Mas, escolhemos a música que vamos ouvindo no caminho, escolhemos nossos pensamentos que nos acompanham. Ao chegar no trabalho, não escolhemos nossos colegas, mas escolhemos dar ou não bom dia, sorrir, elogiar ou não algum deles. Na hora do almoço, você pode não ter muitas opções, mas em um bandeijão, você escolhe se faz um prato só de macarrão ou se combina alimentos que podem ser funcionais para o seu organismo (sem dar aquele sono depois de comer). Quando chega a sexta-feira e você está cansado, escolhe o que vai te fazer bem. Talvez ficar sozinho assistindo um filme e dormir cedo para curtir o sábado. Ou então sair para jantar,  beber e em alguns casos, aloprar.

O tempo todo estamos fazendo escolha. O grande problema é quando entramos no automático, sem observar nossos próprios comportamentos e o que estamos fazendo no aqui e agora. Paralelamente o nosso corpo é o meio para realizarmos qualquer tarefa. Ele avisa se tem fome, sono, vontade de ir ao banheiro… fica nos mandando sinais o tempo todo. Se a gente pára, sai do automático, se acalma, respira e fala: Oi, corpo fofo! O que posso fazer por você? … tenho certeza que você terá uma resposta que certamente fará bem a ele.

OI CORPO FOTO 02

Eu pessoalmente acredito que essa ligação pacífica e amigável com o nosso corpo pode se estender para todas outras áreas da nossa vida. Se questionar se algo te fará bem ou não é um direito de qualquer ser-humano. Basta se conscientizar que sim (!) há escolhas para serem feitas.

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