Onde moram os medos, moram as maiores realizações. Onde dói é onde mora a cura

É preciso mesmo abrir os olhos do amor para os aspectos que recusamos sentir e olhar. São neles que moram a chave da nossa libertação!

O humano de hoje, reprimido por séculos de opressão, de crenças surreais e de uma normalidade insana, está com sua natureza reprimida! Não consegue apenas ser e sentir seu ser de forma natural e espontânea, porque precisou moldar-se ao que o “mundo ” queria dele.



E o que o mundo quer? Um ser eficiente, produtivo, automatizado!

Sempre foi nesses moldes desde a revolução industrial que formatou o ser humano a ser repetitivo, linear, previsível e segmentado. Mimetizamos a era industrial nas nossas vidas! Foi este modelo replicado nas escolas e então replicamos um molde instrutivo de como devemos operar para sermos normais e aceitos.

Isso adoeceu muitos humanos! Tão lindos, originais, criativos e multidimensionais.


Essa programação artificial apagou nossa memória biológica, e, hoje, muitos acreditam ser a própria mente. Se identificam com o que criaram e assim não se lembram dos seres divinos que são.

O avanço tecnológico acelerou o tempo, acelerou as mentes, mas o humano não entendeu que o corpo é orgânico, o coração é além pulso, é tambor e morada da alma!

Desenvolvemos maquinário e dependemos cada vez mais deles, e estamos cada dia mais e mais distantes da nossa vestimenta terrestre tão incrível e cheia de possibilidades de cocriação, intuição, força e inteligência.

O humano de hoje vive preso numa “matrix” pensante, condicionada, e acredita que isso é tudo. Vive na frequência do medo e escassez, porque é isso que se prega – essa forma-pensamento obsoleta, e esquece de que é abundante, próspero, assim como todo o universo, e que tem capacidades para realizar diversas coisas. Todo ser humano é um empreendedor nato!


Hoje, olhamos para as diversas doenças da alma: irritabilidade, agressividade, ira, reclamação, medo, angústia, depressão, ansiedade. Frequências autodestrutivas!

Assim como somos causadores de nossas próprias enfermidades, somos também autocuradores. Lembre-se, você é um ser divino!

Desidentifique-se dessa programação. A cura está mais próxima e acessível do que se imagina: está na oração, meditação, prática da gratidão, amor por si, autoperdão, perdão e aceitação.

Fazer o caminho de volta parece árduo porque nunca foi ensinado que olhar para si é a chave da compreensão e cura.

Um dia assisti a um filme onde mostrava exatamente esta saga! Todos estavam num jogo e a finalidade era encontrar uma chave para abrir um portal que dava a chance do jogador acessar o grande prêmio! Era uma pista de corrida e todos aceleravam seus carros, aniquilavam-se no caminho, matavam-se uns aos outros, colocavam armadilhas para deixar o outro para trás, enfrentavam diversos obstáculos absurdos, e era impossível chegar ao fim da linha. Um dia, um jogador resolveu dar ré, acelerou seu carro no sentido oposto, e assim, sem muito esforço, um grande portal se abriu e ele acessou a chave do desconhecido e da abundância que o jogo reservava!

É preciso dar ré para si mesmo! Encontrar seu ser e se autoconhecer! Pode doer? Pode… Mas nas dores moram a expansão do ser! Pode ser difícil olhar-se, mas não esqueça de que isso tudo é você e suas criações a respeito de si. São suas memórias que precisam ser limpas e ressignificadas para que você possa acessar cada vez mais seu ser divino, único, e potencialmente amoroso.

Dê-se essa chance! A chave está com você! Seu corpo, seu templo, seu espaço sagrado. Descubra mais sobre ele.

Autoconheça-se com amor. Silencie sua mente e permita seu coração se expressar. Nele mora toda a sabedoria que você precisa.

Dentro de cada ser há um mestre que saberá guiá-lo. Encontre-o e seja feliz!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / petarpaunchev

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