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Os 7 pecados capitais da reforma íntima

Falar em evolução espiritual é falar em Reforma Íntima – processo em que nos direcionamos a buscar mais sobre nós mesmos, a nos conhecermos… a olharmos para dentro.

Quando descemos à Terra para mais uma jornada no corpo material, temos três principais tarefas e, uma delas é justamente curarmos as nossas inferioridades. E, para que esta tarefa seja realizada com sucesso, contamos com aliadas importantes nesse processo: as pessoas com as quais nos relacionamos, assim como as situações que passamos ao longo da vida, que muitas vezes nos servem de gatilhos para fazer aflorar em nós aquilo que viemos curar.



Reforma íntima não é algo fácil, muito pelo contrário.

Hoje, venho falar da reforma íntima de uma maneira mais prática. Muitas pessoas já estão empenhadas nessa apaixonante e fortalecedora missão de se conhecer, de evoluir espiritualmente, mas ainda algumas pedrinhas no caminho deixam o percurso um pouco mais difícil.

Pedrinhas essas que nomeei – os 7 pecados capitais da Reforma Íntima

1. Vitimismo

Ao nos conhecermos e buscarmos evoluir espiritualmente de forma consciente, compreendemos que somos cocriadores da nossa própria existência. Isto é, tudo aquilo que vamos passamos em nossa vida, tem nossa vital responsabilidade. Por isso, vitimizar-se diante das situações que nos ocorrem é um ato falho e atrasa nosso processo de autodesenvolvimento.


Um grande aliado para nosso crescimento espiritual é o conhecimento que buscamos de assuntos que nos ajudam a entender melhor a vida. Entre eles, está a importância de conhecermos as Leis Universais. Algumas delas nos ensinam a realidade da Ação e Reação ou Lei de Causa e Efeito, a Lei do Espelho, a Lei da Semelhança, da Energia e por aí vai.

Estamos o tempo todo atraindo e sendo responsáveis por aquilo que nos acontece. Não existem vítimas, não existem vilões, nem Deus nem o Universo querem nos punir. A evolução se dá pelo aprendizado, que muitas vezes vem da colheita justa de tudo aquilo que, por livre-arbítrio, decidimos plantar.


2. Culpa terceirizada

Semelhante ao item anterior, a nossa evolução é afetada e atrasada quando resolvemos culpar terceiros pelo que nos acontece. Em resumo, é passar a responsabilidade daquilo que nos desagradou ou nos fez sofrer a uma outra pessoa. Culpar outras pessoas pelo o que nos ocorre nos leva a uma vida irresponsável, isto é, quando não paramos para perceber que, ao culpar o outro, estamos nos eximindo da responsabilidade que temos diante de nossa própria vida.


Novamente, o conhecimento das leis que regem o Universo nos ajuda a entender que tudo o que passamos no dia a dia, seja de situações ou de pessoas que encontramos, são atraídas até nós por um ímã que carregamos interiormente: a nossa energia, resultante do somatório de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes. A nossa energia define que precisamos aprender, por isso, o que ocorre em nossa vida tem, em maior ou menor grau, a nossa própria responsabilidade.


3. Julgamento alheio

Julgar as outras pessoas, suas atitudes e comportamentos, é intrínseco ao ser humano. Todo mundo julga, em algum momento. O que quero me referir no âmbito da Reforma Íntima principalmente se deve à própria questão da evolução espiritual. Muitas pessoas que estão evoluindo, aprimorando-se, autodesenvolvendo-se, incorrem ao erro de julgar o “grau evolutivo” do outro.

Assim, muitas vezes, acabamos por não respeitar o tempo do outro de despertar e desejar evoluir também. Seja impondo, ou “torcendo o nariz” para pessoas que julgamos estarem menos evoluídas, este é outro erro grave, pois enquanto eu “me preocupo” com a evolução do outro, eu deixo de cuidar da minha própria evolução.

Não nos conhecemos, não sabemos de tudo que já passamos, todas as experiências reencarnacionistas… que dirá conhecer o outro e, o que é pior, poder avaliar o seu grau evolutivo. Por isso este pecado acaba sendo uma grande armadilha para quem está nesta jornada da reforma íntima.


4. Passividade

Outro erro que percebemos nos espiritualistas (pessoas que adotam a espiritualidade como crença e filosofia de vida) é a adoção da passividade em seu modo de viver, para “não se incomodar”. Ao nos conhecermos, muitas vezes percebemos sentimentos e emoções que temos e, para evitar que elas aflorem, vamos nos omitindo cada vez mais. E não é bem assim.

A calma, o equilíbrio, a tranquilidade são objetivos que buscamos ao evoluirmos espiritualmente, para ter uma vida melhor, mas nem por isso devemos nos omitir e apagar a nossa individualidade, o nosso poder pessoal. Quando adotamos a passividade diante das situações, podemos muitas vezes estar permitindo que nos faltem com respeito e consideração. E isso não é evolução espiritual.


5. Desconexão

Quando buscamos evoluir, encontramos no nosso caminho muitos conhecimentos e técnicas que nos ajudam a trilhar nossos passos de maneira mais tranquila e, até, facilitada. E, assim, surgem a meditação, o Reiki, o Yoga, a Acupuntura, terapias naturalistas, etc.

Porém, outro erro grave que cometemos ao nos permitirmos relaxar e entrar em uma zona de conforto espiritual é acreditar que essas práticas não devem ser, no mínimo, diárias. Não cuidar da nossa energia; conhecer meditação, mas não meditar; saber que é importante orar e se conectar, mas não tirar tempo para isso; ser reikiano, mas não se autoaplicar reiki, e por aí vai.

Muitas pessoas se frustram e alegam que seu empenho em evoluir espiritualmente não está surtindo efeito justamente por não se comprometerem em realizar pelo menos uma prática de Conexão quase que diariamente. Evolução espiritual combina com disciplina.


6. Não doação

A evolução espiritual não deve ser jamais uma atitude egoísta. A prática da caridade deve vir naturalmente de dentro para fora, do puro e simples desejo de que se eu estou melhorando, fazendo coisas que me façam bem, eu vou querer que meus outros irmãos recebam isso também.

Se queremos estimular uma energia boa, para que sejamos merecedores de todas as benesses da vida, mas se essa energia não encontra no meio do caminho a energia da doação, ela é instantaneamente bloqueada. Evoluir é um ato fraternal, fazemos isso não só por nós mesmos, mas para toda a nossa família terrena.


7. Negligência ao pilar físico

No processo de conscientização espiritual, compreendemos que somos compostos de 4 importantes pilares: físico, mental, emocional e espiritual. Muitos dos nossos problemas originam-se justamente por não cuidarmos de todos eles e não buscarmos nosso equilíbrio. Como as próprias terapias alternativas ou holísticas procuram nos ensinar: é preciso tratar o Ser como um todo.

Ao entender isso, buscamos melhorar e evoluir, meditar, fazer Reiki, cuidar do nosso Eu espiritual, estudar, lidar com as emoções e, quando percebemos, caímos no erro de achar que o corpo físico não entra nesse cuidado.

A energia e o amor também vêm por meio de alimentos nutritivos que a Natureza oferece, de praticar exercícios físicos, de ingerir água, chás, sucos naturais e por aí vai. Nossa alma só consegue fazer o que precisa fazer e evoluir aqui na Terra através de um ponto importantíssimo: o corpo físico. Por isso, cuidemos bem dele!

Espero que este texto possa ser encarado de maneira descontraída, mas não com menos seriedade, principalmente para que não nos cobremos tanto também. Não é por que são “7 pecados capitais da RI” que é fácil nos livrarmos de um ou de vários deles. A evolução, acima de tudo, vem por aprendermos com nossos erros, com os altos e baixos que a vida nos proporciona.

Evoluir é viver bem, com nós mesmos e com toda a beleza e a harmonia que o Universo e a Natureza nos proporcionam. Sabemos que não é fácil estarmos aqui, mas com um pouco de conhecimento e conscientização, um pouco de “Orai e Vigiai (Mestre Jesus agradece), tudo fica mais leve e possível para que engrenemos na tão sonhada evolução espiritual.

Não fica mais fácil… nós é que ficamos melhores!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / dimmu

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