5min. de leitura

Os amores de nossas vidas

Tudo nessa vida é um aprendizado e até mesmo durante as adversidades, aprendemos várias lições, e no amor não seria diferente. Relatado sempre de forma genuína e romântica, ele também pode ser doloroso e traumático.

Então, antes de cair de cabeça em um relacionamento, é preciso estar seguro para não deixar que medos e dúvidas do passado atrapalhem essa relação.



Outro fator importante, é ser correspondido, afinal, não adianta amar quem não nos ama, e por fim; é essencial ter maturidade para entender e aceitar.

Quando somos jovens, é normal nos apaixonarmos por alguém e achar que esse será o nosso grande amor. Mas, acontece que durante nossas vidas, teremos três grandes amores diferentes, e cada um com a sua importância – lembrando que estamos falando de amor e não paixão, porque se apaixonar e viver um romance, pode acontecer várias e várias vezes ao longo da vida.

Mas falando de amor, o primeiro é como deve ser: inocente e curioso. Geralmente vivido na adolescência, é exposto e contado para todos a nossa volta, muitas vezes a família e os amigos apoiam (ou não, causando um forte desafio), e é nessa hora que acreditamos que ele irá durar para sempre. Com esse amor descobrimos emoções e sentimentos que não conhecíamos antes, e quando ele acaba, parece que o mundo acabou junto, ficamos desolados e destroçados. Nessa fase, o importante é entender a mensagem e todo o aprendizado que ele oferece, pois ele serve para abrir caminhos para um novo relacionamento quando estivermos mais maduros. Lembrando que esse primeiro amor pode perdurar por toda vida, como pode acontecer o desencontro para que no futuro se reencontrem e se unam.


Após o primeiro amor, há pessoas que se envolvem rapidamente em um outro relacionamento, este menos importante que os demais, há também aqueles que optam por viver longos anos sozinhos (por trauma ou apenas para digerir o antigo amor).

Chamado de ‘amor combate’, dominador, conquistador e completamente envolvente, o segundo amor chega para pôr em prova tudo que queremos ou não, em uma relação.

Faz sofrer, exige muitos sacrifícios e nos põe em desafios a todo momento. Este amor, serve como lição, para dar valor a nós mesmos, nos entender e aceitar, mostrando o que desejamos para o futuro. Por se tratar de algo tóxico, algumas idas e vindas podem acontecer nessa relação, mas nenhuma das tentativas de ‘ficar tudo bem’ será sucedida.

Aqui, o grande aprendizado é não ficar preso nesse amor. Ele serve apenas para ensinar, e quanto antes nos livrarmos dele, melhor para evoluirmos e chegarmos no amor verdadeiro, aquele que traz calma na alma; que acontece sem ao menos entendermos, afinal ele não era esperado.


De imediato, parece um amor impossível, mas, aos poucos, a forma natural em que ele ganha espaço no coração o torna simples e prazeroso. Sem muitas cobranças ou expectativas, esse amor é livre e libertador. Ele o aceita pelo seu jeito de ser, sem qualquer pressão para ser alguém que ele espere, e você se sente da mesma forma em relação a ele. Ele chega de mansinho, sem alarde ou barulho, mostrando-nos que o amor verdadeiro é tranquilo, sereno e respeitador.

Infelizmente, nem todos vivem os três amores de nossas vidas, muitas vezes por falta de preparo, mas também porque mais de um amor pode ser encontrado na mesma pessoa.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: 123rf / nomadsoul1

Você sabia que O Segredo está no Instagram, Facebook e no Twitter? Siga-nos por lá.




Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.