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Os ciclos da vida – dê atenção ao seu eu que te move, ao despertar que ressoa. Caminhe!

Os ciclos da vida Dê atenção ao seu eu que te move ao despertar que ressoa. Caminhe

O ciclo da vida…



Não sou de ignorar os ciclos da vida e a passagem do tempo demarcada sob a ótica do ser humano que sou. O calendário me lembra de que meu espírito é eterno, mas que minha vida é passagem e esse ciclo deve terminar.

E quando acabar? Terei cumprido minha jornada com a maestria com que prometi ao começar? E quando eu partir terei atendido aos chamados do espírito que avisa incansável que estou aqui para um propósito que muitas vezes ignoro?

Gratidão pela oportunidade. Pelos encontros. Reencontros. Pela lapidação causada pelas dores que me foram necessárias para que eu aprendesse a sorrir ao menor sinal de alegria. Gratidão ao que aprendi e ainda aprendo em forma de amor, que se desenha nas mais variadas manifestações e é sempre tão único. Gratidão por receber e doar amor em um formato tão especial, que me faz capaz de repor as energias e enxergar com clareza, adiante.


Nossa vida é demarcada por ciclos escancarados no calendário…

Não é que eu tenha que marcar o tempo de forma tão convencional, mas os ciclos demarcados servem de lembrete para o espírito.

Esse tempo, essa vida, não são eternos. E o que eu e você temos para fazer aqui tem data para acabar. Não tem certificado para quem não realiza toda a caminhada. Será preciso refazer todo o trajeto tantas vezes quanto necessário.

Então vamos. Dê atenção ao seu eu que te move, ao despertar que ressoa. Caminhe! Esqueça os rótulos, o que esperam de você, esqueça as placas de igreja, esqueça os grilhões. Avance na caminhada. Avancemos! Ela às vezes parece solitária, mas é sua a oportunidade e responsabilidade. E nunca estamos sós de fato.


Nosso ciclo tem data para acabar. Eu não sei quando programado ou inesperado o meu terminará. “Vamos ver o que acontece” saiu do meu vocabulário. VOU FAZER ACONTECER é o mantra. Porque é minha a responsabilidade, de ser amor e dar amor. Não depende do material, não depende de absolutamente nada e é difícil entender como algo tão gratuito é executado de forma tão escassa.

Como fazer? Oras, não sei! Fazendo uma panela de sopa, lendo um livro num lar de idosos, num orfanato, cantando, dançando, escrevendo, doando recursos, doando tempo, limpando, sendo bons pais, bons filhos, boas pessoas, agindo com honestidade e fazendo sempre mais do bem que é capaz. Olha… As possibilidades são, creio, infinitas.

Porque cada um tem um dom e uma forma de fazer o bem ao próximo sem esperar nada em troca. A vida retribui.

Como fazer? Oras, não sei! Mas mova-se! Começa sempre depois do primeiro passo.


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Direitos autorais da imagem de capa: epicstockmedia / 123RF Imagens

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