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Os cinco segredos para a vida plena

os cinco segredos para a vida plena

A vida saudável traz em seu cerne a simplicidade. Sem modismos ou disfarces, sem intervenções desnecessárias no processo natural que nos move. Após muito sofrimento nos damos conta de que dificultamos as coisas, inventamos problemas, racionalizamos demais.



A enfermeira Bronnie Ware passou muitos anos cuidando de pacientes em seus últimos meses de vida. Em “The Top Five Regrets of the Dying (Top Cinco Arrependimentos Daqueles que Estão Para Morrer), conta que os pacientes ganharam grande discernimento e consciência no fim de suas vidas, adquiriram mais sabedoria.

Os cinco arrependimentos mais comuns constatados por ela, quando questionados sobre desejos e arrependimentos foram:

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse;


2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto;
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos;
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos;
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.


Perceba a simplicidade que podemos assimilar nos cinco itens! Os arrependimentos acima encerram o caminho para uma vida plena.
A vida é uma oportunidade e temos que aproveitá-la. Parar de fantasiar, assumindo quem realmente somos. Não depender da aprovação do próximo para ser feliz! Libertar-se de culpas e castigos, assumindo a responsabilidade pelas escolhas que fazemos.

A necessidade de que o outro aprove nossa conduta é um vício que carregamos em nosso aprendizado infantil na construção do nosso “eu”. Continuar agindo como uma criança dependente do outro ou como um adolescente que precisa ser aceito em seu grupo, é um padrão que podemos abandonar com o amadurecimento saudável.
O compromisso de uma vida feliz é com você e não com o outro. Você tem que satisfazer a si mesmo e isso é sua responsabilidade.


Em relação ao trabalho, precisamos nos libertar da normose de que trabalhar é sinônimo de quantidade de horas dedicadas e cifrões. Para muita gente o trabalho é um enorme peso, uma obrigação, e por que não dizer, um esconderijo, para fugir do encontro consigo mesmo.

Veja cada âmbito de sua vida como um cômodo de sua casa. Se o trabalho tomar todos os espaços, seu lar será um local frio, sem comunicação entre os familiares. Não haverá espaço para a mesa de jantar unindo cada membro da família, não terá um quarto de casal e nem um jardim. Não terá uma sala para visitas de amigos. Será um aglomerado de números, contas a pagar, lucros e prejuízos financeiros.
Trabalho tem que ser sinônimo de qualidade e prazer! Prosperidade financeira sem ganância.

No que diz respeito a expressar sentimentos, é algo que muitas vezes reprimimos por orgulho ou por dificuldade de nos mostrarmos como somos, pela própria imposição sociocultural. Há ainda muito machismo e preconceito que impedem a expressão da nossa natureza.


Somos espíritos nos manifestando na matéria. Os sentimentos são a essência espiritual expressa.
Aprendemos e evoluímos, tornamo-nos hoje melhores que ontem, por meio da transformação interior de nossos sentimentos que se expressam nas emoções.

Dizer a alguém que o ama, ser humilde e deixar a vergonha de lado, admitindo um erro e pedindo perdão. Transformando a insegurança em sentimentos verdadeiros que cultivam a paz de espírito. Não nutrindo remorsos.
Viver bem não tem nada a ver com dinheiro, cultura, jeito de se vestir, de falar ou de quantas pessoas curtem você no facebook por sua popularidade.


Viver na simplicidade é sentir amor e não ódio, admiração e não inveja, compaixão e não desprezo. Ser humilde e aceitar aquela sombra que nos acompanha.

Quem se esconde atrás de uma máscara, perde a oportunidade de vivenciar sua alma. Perde-se em compromissos padronizados. Isto é muito comum numa sociedade que impõe as regras do jogo, sem se importar com os sentimentos de cada um. E se você entrar nesse campeonato de “mata-mata”, dificilmente poderá ser feliz. Não há como fazer prevalecer seus sentimentos e sim apenas valerão as regras.

Quanto aos amigos, são pessoas que aprendemos a amar incondicionalmente. Não é necessário que estejam fisicamente perto de nós, mas que tenhamos em nosso coração, cada um deles, num grande abraço. Cultivar a amizade é não carregar ressentimentos, mágoas.
Permitir-se ser feliz é tão simples que muita gente tem dificuldade de aceitar.


Vejo cada vez mais pessoas empenhadas em compartilhar conhecimento sobre a cura pela natureza, o respeito ao planeta e a todos os seres vivos.
Alguns falam como se fosse uma grande novidade! Noticiam sobre o benefício das atividades físicas, da alimentação natural. O retorno à valorização das filosofias e conhecimentos antigos do oriente, dos xamãs, da fitoterapia.
A reconexão com a essência natural a qual pertencemos, porém desprezamos, como se pudéssemos viver separados de nós mesmos. Somos parte desse sistema organizado que nos mantêm e sustenta a saúde do corpo.

Pessoas mais engajadas em divulgar a importância fundamental de prezar pela espiritualidade e o amor incondicional. Despertos para a essência espiritual, causa de todas as coisas e para o alimento que provê a saúde espiritual, o amor compassivo.


Sem dogmatismos e “carolices”. Lembro-me de algo que ouvi ou li no espiritismo sobre a necessidade de atentarmos para não vestirmos as asas ao entrar na casa espírita e a retirarmos na saída…

Ser verdadeiro para viver feliz. É experimentar a vida com simplicidade, naturalmente, sem excessos. Viver o “menos é mais”.
O segredo, a chave, o mistério, como querem alguns esotéricos fazer prevalecer algo tão simples, só cabe a quem não compreende a vida e sua simplicidade implícita.
Em nenhum dos arrependimentos, deu-se prioridade a razão, todos os desejos privilegiam o sentir. Não o ter mas o ser!


Não é preciso muito para ser feliz, basta aproveitar o que nos é oferecido, a terra fértil para o plantio. E a colheita sempre será farta para quem deixa o coração prevalecer e guiar a sua vida.

Seja Amor!

 

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Escrito por Nadya Prado – Via STUM

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