Comportamento

Os crimes que este homem cometeu podem ter feito dele a pessoa mais perigosa do mundo!

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Os crimes que este homem cometeu podem ter feito dele a pessoa mais perigosa do mundo

Em dez dias de liberdade, o criminoso matou quatro pessoas, alegando que apenas obedeceu ao deus egípcio Apófis.

Nikko Allen Jenkins, quando tinha 15 anos, foi preso por roubar um carro, assim começou sua história no mundo do crime. Na cadeia, a má conduta fazia aumentar sua pena, e a liberdade aconteceu dez anos depois.

Quando saiu da prisão em Omaha, Nebraska (EUA), em julho de 2013, houve uma onda de assassinatos que apontavam que Jenkins como responsável. Dois homens, Juan Uribe-Pena e Jorge C. Cajiga-Ruiz, foram mortos num assalto, crimes admitidos pelo jovem para os investigadores. Segundo o KETV, o criminoso admitiu que atirou na cabeça dos dois e levou suas carteiras, e os policiais também acreditam que eles teriam sido atraídos sob o pretexto de terem relações sexuais com mulheres.

Quanto ao segundo crime, que tirou a vida de Curtis Bradford, Nikko Jenkins também assumiu a culpa, dizendo que precisou usar uma espingarda para matá-lo, já que o revólver não o matou. Jenkins conhecia Bradford da prisão, mas todos os outros alvos foram aleatórios.

O último dos quatro assassinatos cometidos por Jenkins foi matar Andrea Kruger, quando voltava do trabalho. Ainda conforme o KETV, detetives falaram que Jenkins a viu saindo do McDonald’s e foi encontrada morta pela manhã no cruzamento daquela rua. No relato à polícia, o homem admitiu que Kruger implorou pela vida, mas ele atirou em sua cabeça três vezes e uma no peito.

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Foto: Reprodução / Douglas County Sheriff’s Department

O que mais surpreende a polícia até hoje é que, durante o interrogatório, Jenkins alegou que os assassinatos eram sacrifícios aos deuses, especificamente Apófis, uma das criaturas mais perigosas do Egito Antigo, considerado a personificação do caos, do mal e da destruição. Jenkins disse que os demônios egípcios estavam possuindo seu corpo e a única maneira de se livrar das terríveis dores de cabeça era matando pessoas.

Nikko voltou para a prisão, desta vez acusado de quatro homicídios, condenado em primeiro grau, e ficou numa cela sozinho, longe dos outros presos, dado o seu grau de periculosidade. Segundo o DailyMail, Jenkins cobriu seu rosto com tatuagens hieroglíficas, em referência à antiga divindade, mas nunca especificou com qual instrumento se tatuou. Os agentes penitenciários não confirmaram automutilação, mas também não comentaram como Jenkins conseguiu fazer os desenhos.

Em 2015, Nikko Jenkins cortou a própria língua para parecer de cobra, espalhando sangue por todas as paredes da sua cela. Porém a autodepreciação não parou, muito menos a adoração ao deus egípcio, pois supostamente cortou o próprio pênis, o que exigiu 27 pontos.

Ainda conforme o DailyMail, o prisioneiro sempre tentava se mutilar, então foi proibido de se barbear para evitar furtar as navalhas e se ferir, bem como outros cuidados especiais. Apesar disso, Nikko conseguiu esculpir o número “666” na própria testa, em frente ao espelho, para ficar ao contrário. No caso, o número é descrito no livro bíblico do Apocalipse como “o sinal da besta”.

Durante o julgamento por assassinato no Condado de Douglas, Nikko foi descrito pelo Dr. Eugene Oliveto como um psicopata e uma das pessoas mais perigosas que ele havia conhecido. No mesmo dia, o homem se declarou inocente, depois culpado e por último inelegível para julgamento por causa da insanidade. No entanto, o juiz negou os recursos e ele foi condenado à prisão perpétua, mas em 2017, foi sentenciado à morte, porém tudo foi adiado depois que Nikko esculpiu a suástica na pele.

Em um relatório da Associação Americana de Psiquiatras Comunitários, Dr. Eugene Oliveto diagnosticou Nikko com transtorno esquizoafetivo e esquizofrenia paranoide, inclusive na última avaliação, recomendou à direção da unidade prisional transferi-lo para o Centro Regional de Lincoln, onde seria tratado.

Segundo o Tuko, apesar de ser condenado à morte e a 450 anos de prisão, considerando-se os homicídios e as acusações a respeito das armas a eles relacionadas, Nikko Jenkins continua vivo, preso em Nebraska. Por estar mentalmente doente, ainda não foi executado.