Os maravilhosos benefícios da vida de solteiro – “O que ninguém contou a você sobre os solteiros…”

As forças únicas de pessoas solteiras e o significado de uma vida singular

Pessoas solteiras são,muitas vezes, estereotipadas e estigmatizadas. As pessoas sentem pena delas, enquanto celebram os casados.

Ainda assim, a vida de solteiro pode ser  tremendamente significativa e gratificante. É hora de um retrato mais preciso, baseado em pesquisas de pessoas de vidas solteiras— um que reconheça as forças reais e resiliência dessas pessoas, e o que faz com que suas vidas sejam tão significativas.

Fui convidada para compartilhar este retrato em um encontro da Associação Americana de Psicologia, “O que ninguém contou a você sobre os solteiros” em Denver, no Colorado no dia 5 de Agosto.

Aqui estão alguns destaques:

1. Pessoas solteiras arrasam. Existem mais solteiros americanos acima dos 16 anos do que americanos casados.

2. Vida de solteiro é a melhor parte de nossa vida adulta: os americanos gastam a maior parte de suas vidas adultas solteiros, e não casados.

3. Pessoas que são “solteiras de coração” abraçam essa causa. Viver sem relacionamento é como viver em seu melhor, com mais autenticidade, mais significâncias nas vidas. Elas não são sozinhas, porque possuem “problemas” ou porque não encontraram o “Amor de sua vida”.

4. Dizem que casamento deixa as pessoas mais felizes, mais saudáveis e mais integradas na sociedade, isso é exagero ou simplesmente errado.

5. As pessoas que se casam não ficam mais felizes do que eram quando estavam solteiras.

6. As pessoas quando casam não se tornam mais saudáveis ou menos deprimidas do que quando eles eram antes, nem ganham uma maior autoestima.

7. As pessoas que se casam, tornam-se mais insulares. Elas eram mais ligadas aos pais e amigos quando eram solteiras.

8. Quando estudos parecem mostrar que casar é algo benéfico, as explicações podem ser solteiristas e matrimonialistas (bem como as análises tendenciosas) ao invés de um devido apoio social de monitoramento do que se passa dentro de um casamento.

9. Em alguns estudos, ao longo da vida as pessoas solteiras se saem melhor do que todas os outros, mesmo quando as análises são tendenciosas contra elas. Por exemplo, estes estudos incluem análise da saúde global de mais de 11.000 canadenses; o risco de câncer de mais de 33.000 italianos; de várias medidas de saúde de mais de 10.000 mulheres australianas, com 70; e um estudo americano sobre a saúde, bem-estar e resiliência de soldados feridos.

11. Cientistas sociais, esmagadoramente, estudam casamentos e pessoas casadas. Ao longo da vida pessoas solteiras são na sua maioria ignoradas, exceto como um grupo de comparação em estudos sobre casamento.

Quando as pessoas são atraídas para a vida de solteiro e quando elas prosperam, é por razões positivas e profundamente significativas, tais como:

– Solteiros saboreiam sua solidão e suas recompensas profundas.

– Abraçam significados maiores e mais amplos de relacionamentos e amor.

– Eles se importam com “os amores de sua vida”, não apenas o definitivo.

– Solteiros desenvolvem um portfólio diversificado de competências. Os tipos de tarefas que pessoas recém divorciadas e viúvas precisam aprender, os solteiros já dominaram ao longo da vida.

– Solteiros contribuem de formas significativas. Eles fazem um monte de voluntariado, e eles fazem mais que sua parte de importar-se com o pais envelhecendo e as pessoas que precisam de ajuda por três meses ou mais, mesmo quando essas pessoas não são membros da família.

– Eles dão valor a oportunidades para perseguir seus interesses e paixões e fazer o trabalho, pois  eles se preocupam com a maioria. Eles se importam mais com trabalho significativo do que as pessoas casadas. Ao longo da vida pessoas solteiras desenvolvem um maior senso de autonomia, comparadas aos outros.

– Ao longo da vida pessoas solteiras experimentam mais crescimento pessoal e desenvolvimento do que as pessoas que estão casadas.

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Direitos autorais da imagem de capa: vadymvdrobot / 123RF Imagens

Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: Psychology Today



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