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Os “olás” que a vida nos dá ensinam que há muitos começos…

Há sempre alguém que conhecemos em uma esquina, no vai e vem da vida, no trabalho, na balada, na escola, na igreja. Há notícias, novidades, oportunidades.

Há muitas situações que ainda vamos viver e que estão aí no meio da agitação do dia a dia e que nem percebemos que estão nos trazendo coisas novas ou maneiras novas de enxergar o mundo.


Sim, a gente sabe que nem sempre o que nos aparece é bom, belo ou nos fará felizes naquele momento. Há de se ter força e coragem para encarar, dar a volta por cima, tirar de letra e dependendo da situação, o que era inesperado pode ser superado.

É bom quando a rota muda, quando há desvios e algumas coisas nos fogem ao controle. Isto pode ser para o nosso bem, sem que ao menos entendamos. E vamos seguindo em frente, ali na curva alguém pode estar nos esperando e ali é que as coisas acontecerão.

Que estejamos dispostos a receber e retribuir o ois, os seja bem-vindo, os fique mais um pouco ou fique o tempo que quiser. É bom desprogramar, mudar o jeito de encarar as situações, a rotina, algumas escolhas e dizer oi para a vida, para as novas chances e possibilidades.

Mudar conceitos, receitas e receios. Analisar os fatos com outros olhos. Se não for assim, não haverá vida interessante para se viver, nem seremos seres interessantes. É tão comum ser comum. Mas nós podemos e somos mais que isto.  Basta a gente se abrir e se permitir.


Como a vida se torna mais surpreendente quando correspondemos aos seus olás.

Como é importante sucumbir à mesmice e reagir. Os ois revigoram, apaixonam, abrem portas deixam as coisas mais fáceis ou mais intensas e conseguem mudar uma história. Oi!

 






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