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Pai que estuprou filha por 16 anos é levado à tribunal: “Quatro vezes por semana”

CapaPai que estuprou filha por 16 anos e levado a tribunal Quatro vezes por semana
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A vítima relatou que era abusada sexualmente desde os 7 anos, quando a primeira agressão aconteceu.

Uma mulher foi estuprada e abusada quando criança por seu pai pensou que seu agressor estava tentando protegê-la, conforme disse ao tribunal.

O homem de 62 anos, que não pode ser identificado para proteger a identidade da vítima, começou a molestar sua filha quando ela tinha apenas sete anos. Ele continuou a molestá-la repetidamente e regularmente durante os 16 anos seguintes.

O homem se declarou culpado de diversos abusos sexuais em várias datas entre 1990 e 2006. A maior parte dos crimes ocorreu na casa da família, na cidade de Dublin. As confissões de culpa de nove acusações foram contagens de amostra de 54 acusações.

Os advogados do homem disseram ao tribunal que sua esposa e outros filhos estavam ao seu lado. Seu genro descreveu o homem como “um pai fantástico”.

Um detetive disse a promotora que a vítima procurou as autoridades e relatou a extensão do abuso que sofreu.

Ela descreveu uma cena de sua infância, onde brincava com suas bonecas antes que seu pai viesse até ela e a agrediu sexualmente enquanto se masturbava. Ela disse que lembrava da dor e da sensação de ódio durante o ato. E mesmo sendo uma criança, ela já sabia que aquilo era errado.

Ela disse que tinha sete anos quando seu pai a agrediu sexualmente pela primeira vez.

Quando sua irmã mais nova nasceu e ela tinha 12 anos, a vítima disse que os abusos pioraram, pois o homem perdeu o emprego e ficava em casa, enquanto sua mãe trabalhava à noite.

Quando ela tinha 18 anos, ele a forçou a se despir e posar para fotos sexualmente explícitas que ele disse que iria usar para um projeto de arte. Ele mostrou as imagens e ela disse que não gostou de olhar para elas.

Ele começou a estuprá-la até quatro vezes por semana, muitas vezes gravando essas agressões com um gravador, a menina contou ao tribunal.

A mulher descreveu que seu pai costumava chamá-la, quando era criança, depois de brincar com seus amigos e ela sempre sabia que era para machucá-la.

Para enganá-la, o homem dizia que todos seus amigos da escola também tinham uma relação “especial” com o pai e também estavam sendo abusados, e disse a ela para não falar sobre isso com eles.

A vítima chegou a pensar que seu pai a estava protegendo.

A defesa do homem tentou apelar para problemas na sua infância como o motivo por trás do abuso da filha, mas as declarações eram difíceis de se conciliar com as evidências dos crimes cometidos.

Disseram inclusive que, após o abuso vir à tona, o homem procurou aconselhamento, o que parte da família – com exceção da filha violentada – descreveu como sendo algo promissor, que mostrava que ele queria mudar.

Foi dito que o homem tinha dificuldade em reconhecer a extensão, frequência e gravidade dos abusos, dizendo que tinha uma visão escassa sobre a questão e queria compreender melhor.

O agressor pediu que o juiz responsável pelo caso levasse em consideração sua história de vulnerabilidade, isolamento e distanciamento emocional, como ele mesmo pontuou.

A mulher, vítima por 16 anos de abusos dentro da própria casa e feitos pelo próprio pai, estava passando por um momento muito difícil e não foi capaz de comparecer ao tribunal e assistir às provas. Em uma declaração sobre o impacto da vítima, lida em tribunal, ela disse que foi mentalmente, emocionalmente e fisicamente torturada por seu agressor por todo o período em que a violência durou.

Ela disse que seu pai deveria valorizá-la como um ser humano, mas em vez disso, ele a usou.

A mulher relatou que durante todos esses anos sentiu vergonha por conta das violências que sofreu e não conseguia acreditar que sua família aceitasse essa situação.

Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie o quanto antes através do número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.

O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, população LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.

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