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Pai repreende filho que violou toque de recolher na frente dos policiais: “Cala a boca!”

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O rapaz comprou bebidas por um aplicativo de entregas no momento do toque de recolher, que está em vigor no Peru, recebendo uma advertência verbal de um policial.

Para frear o nível de infecções e transmissões do novo coronavírus, o Peru impôs toque de recolher de 7 a 16 de janeiro, das 23h às 4h, na capital Lima, Callao e outras 20 províncias. A medida foi tomada para evitar que o sistema de saúde do país entre em colapso, já que a terceira onda começou no país com força total no fim do ano passado.

As autoridades locais ficaram em alerta assim que perceberam que o aumento dos casos ultrapassa os picos da primeira e da segunda ondas. Com esforços de frear as taxas, o ministro da Saúde do Peru, Hernando Cevallos, prorrogou o estado de emergência, vigente há 21 meses, limitando alguns direitos dos cidadãos enquanto durar o momento crítico.

Reuniões familiares foram proibidas no Natal e Ano-Novo, quando o toque de recolher também estava em vigor. O desespero das autoridades tem motivo: o país registra a maior taxa de mortalidade pela pandemia, que chega a 6.122 a cada milhão de habitantes.

Em Lima, o caso de um jovem que descumpriu o toque de recolher e destratou um patrulheiro viralizou nas redes sociais. A autoria das imagens ainda não foi informada, mas o vídeo caiu no Twitter, onde muitos usuários debateram o abuso de autoridade, a chamada “carteirada” e até mesmo o comportamento do pai do rapaz.

 

Nas imagens acima, o rapaz já tinha sido algemado, mas em outras publicações, é possível ver como tudo começou. Com um toque de recolher que começa às 23h, nas províncias com maior número de casos, e às 2h, onde a situação pode ser considerada controlada, o jovem pediu bebidas através de um aplicativo de entregas, mas como foi pegá-las na frente de casa depois do horário permitido, um policial apareceu para lhe passar uma advertência verbal.

O rapaz claramente se descontrola, insultando e ameaçando a autoridade, chegando a se desentender. Reforços policiais chegaram e algemaram o infrator, esperando que seus responsáveis aparecessem para esclarecer o ocorrido. Enquanto isso, o menino continuou insultando e xingando os oficiais, além de afirmar que tinha “advogados na família” e que eles se arrependeriam pela conduta.

Assim que o pai chegou, a situação se inverteu completamente, o que torna o vídeo viral. Ao invés de apoiar o filho, assim como o rapaz disse que ele faria, o genitor deu razão aos oficiais, opondo-se completamente aos insultos e interrupções do garoto, chegando o jovem calar a boca na frente de todos.

A situação começa a sair de controle, e o pai chega a bater no rosto do filho, pedindo que ele se calasse, já que o jovem não para de interrompê-los. Dizendo que, em muitos momentos e situações, é preciso se calar, ele ainda pede que o rapaz não seja idiota. Os oficiais dizem o que aconteceu, os excessos do garoto e como o comportamento era injustificado.

O filho insistia em mostrar seu ponto de vista, não deixando os oficiais falarem sobre o ocorrido. O pai novamente fala com o jovem, dizendo que ele não queria saber quem atacou quem, ele só queria falar sobre si mesmo num momento que o país passava por uma situação crítica, em estado de emergência, com toque de recolher. O pai ainda pergunta se o filho queria ir para a delegacia e passar 24 horas lá, e o rapaz encerra dizendo “não”.

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