Reflexão

“Dividir bens não é comunismo, é cristianismo puro”, diz papa Francisco

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Uma reflexão bastante atual do papa Francisco. Confira!



Papa Francisco, líder da Igreja Católica, está sempre se comunicando com os fiéis através das missas e redes sociais, e faz reflexões bastante pertinentes não apenas sobre a mensagem católica em si, mas como podemos adaptá-la à nossa realidade atual.

Entre as muitas sabedorias já compartilhadas pelo pontífice, está uma mensagem de bastante significado, dita durante a missa do “Domingo da Misericórdia” do último dia 11 de abril.

Segundo informações do portal Terra, papa Francisco orientou os fiéis a não viverem “uma meia-crença” e a sempre ajudarem o próximo, justificando que compartilhar os bens “não é comunismo, é cristianismo na sua forma mais pura”.


Ele também reforçou o quanto o amor e apoio ao próximo são importantes para dar significado a nossa fé. “Se o amor acaba em nós mesmos, a fé evapora-se num intimismo estéril. Sem os outros, torna-se desencarnada. Sem as obras de misericórdia, morre.”

Durante a missa, o pontífice mencionou a passagem dos Atos dos Apóstolos, que menciona a primeira comunidade cristã após a ressurreição de Jesus, na qual “tudo era comum” e “não havia ninguém necessitado”.

Ele explicou aos fiéis que, nesse momento, os discípulos tornaram-se misericordiosos e, por conta disso, enxergavam a divisão de bens como algo natural.

Para que possam viver uma fé completa “que recebe mas não dá, que acolhe o dom mas não se faz dom”, papa Francisco aconselhou os fiéis a superarem as indiferenças em direção a outras pessoas.


O líder religioso, ainda dentro do mesmo tema, propôs uma reflexão ao público. Ele pediu para se perguntarem se são misericordiosos com os outros, mesmo tantas vezes tendo recebido o perdão e a misericórdia de Deus e se, tantas vezes alimentando-se de Seu corpo, fazem algo para matar a fome dos pobres.

Para finalizar a mensagem, o papa afirmou que os católicos devem ser “testemunhas de misericórdia”, e acrescentou que Deus acredita em nós mais do que acreditamos em nós mesmos, e que para Ele, não há pessoas inúteis ou excluídas.

Se inspirando na paz que os discípulos de Jesus sentiram ao encontrarem com Ele depois da ressurreição, papa Francisco incentivou os ouvintes a “abrirem o coração para se deixar perdoar”, reforçando a importância da confissão, como sacramento da “ressurreição, misericórdia pura”.

Em uma sociedade marcada pelo egoísmo, a mensagem de papa Francisco é muito importante, e pode ser absorvida até mesmo por aqueles que não seguem o mesmo caminho religioso.


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