Mulheres

Para as mulheres que sentem demais…

para as mulheres que sentem

Quando eu decido que quero algo, acabo precisando dele. Minha paixão tem o melhor de mim. Um único pensamento floresce rapidamente em uma ideia obsessiva que não deixará minha mente. Comigo, é tudo ou nada. Eu sinto muito ou não sinto nada – não há nenhum meio termo.



Se eu disser uma coisa errada, não importa o quão insignificante seja, vou pensar nisso por horas, mesmo depois de a outra pessoa ter se afastado. E se eu não disser nada, se eu ficar calada, mesmo que tenha algo a contribuir para a conversa, me castigarei por ser tão tímida. Eu falo, me arrependo. Eu me calo, me arrependo.

Quando eu gosto de alguém, é com força total. Passo minhas noites relembrando os momentos que compartilhamos e as manhãs planejando como torná-lo mais envolvido na minha vida. Penso em como transformá-lo de um amigo para um namorado. Eu não quero esperar. Eu não quero que a relação se desenvolva gradualmente. Eu quero que isso aconteça agora.

Se eu ficar com raiva de alguém, falo todos os palavrões que lembrar (enquanto a pessoa estiver fora do alcance de audição). Eu vou chorar, lamentar e reclamar por uma meia hora e, em seguida, instantaneamente superar isso. Ou, às vezes, a amargura vai demorar. Ela vai se recusar a me abandonar. E vai se levantar sempre que eu ver o rosto da pessoa que me machucou. Não será uma raiva controlável. Vai ser irracional e do tipo que consome tudo.


Eu me classifico como “sem emoção”, finjo ser forte, mas a canção certa pode provocar uma série de lágrimas. E quando estou realmente chateada por causa de um menino, uma discussão ou uma morte, parece que o mundo está tentando me espremer. Como se eu não pertencesse e ele.

É por isso que, quando começo a beber, não paro. Eu não tomo um gole porque gosto do gosto ou porque eu quero relaxar. Eu faço isso porque quero sentir algo. Algo diferente do que costumo sentir. Algo mais feliz, mais leve, melhor.

Eu me critico por ser excessivamente emocional. Por cuidar muito. Eu me pergunto se minha vida seria diferente se eu pudesse durar um dia sem me apavorar com algo pequeno, sem olhar para cada coisa pequena, sem ser governada por minhas emoções.

Mas há dias em que me sinto entorpecida, vazia. Quando não consigo rir, chorar, ruborizar, sentir. E nesses dias, quando não consigo invocar a vontade de cuidar, me pergunto qual é o melhor: Não sentir nada ou sentir tudo isso?


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Traduzido pela equipe de O SegredoFonte: Thought Catalog

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