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Para as vidas que estão sempre em reforma

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Quando a gente fala em reforma parece que tudo lá dentro foi mal formado, mal entendido mal aplicado. Há uma necessidade de ressignificação das coisas. É preciso passar a limpo um amor, desconstruir ideias, substituir pensamentos. Arrumar o que está bagunçado.



Quantas manhãs ao abir os olhos tivemos a certeza de que haveria uma mudança e que era crucial fazê-la. Foram necessárias novas ferramentas para redesenhar a história, nivelar sonhos, concretar as decisões e agir.

Reformar a alma, os sentimentos, as atitudes. Reformular a rota, os desvios e as chegadas. Estruturar a fé, o entusiamo e a persistência. Desapegar do apego. Reformas pedem uma boa dose de despreendimento de coisas, de particularidades, de crenças.

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Elas não são rápidas. Há despendimento de energia, força e tempo. Requer considerar tudo o que já foi vivido, sentido e experimentado. A reforma por si só requer melhores resultados de nós mesmos.

É um processo que nos enche de espaço, de novos apegos, de vida preenchida. É colocar cada coisa no seu lugar.  É decidir o que absorver das coisas observadas. É desistir de achar que em dias obscuros a vida parece conspirar não muito a favor. Mesmo que em alguns momentos não há nada mais a se pensar.

A reforma pode nos levar a seguir tendências ou fugir de padrões. Inovar ou reconstruir erros menores. Reformas deixam marcas. Umas com boas lembranças por terem sido refeitas, outras com necessidade de reparos maoires.

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Reforma de costumes, conceitos e regras. Porque enxergamos erros e repetições que já não fazem mais sentido. São algumas paredes que precisam ser derrubadas e outras reconstruídas com mais cor, mais alinhadas, parecidas com a nossa essência e com uma única finalidade: melhorar a nossa própria obra.

Talvez a gente nem queira ou pense tanto em uma reforma assim tão drástica. Quem sabe apenas que algumas coisas sutilmente mudem de forma e nos mudem de verdade.

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