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Pare de fugir de si mesmo!

Por tantos momentos nos flagramos remoendo emoções, angústias e preocupações. Somos assim o tempo todo, não somos? É difícil aquietar a mente e alma e praticar a calma e tranquilidade constantemente.

Por isso que todos nós estamos aqui para aprender e evoluir, mas é complicado e requer uma boa caminhada em  sua própria companhia, se não estivermos dispostos a nos ouvir e nos atentar às nossas emergências, não conseguiremos nos desenvolver em nada e ficaremos atrofiados, reclusos e imersos em imaturidades.



É preciso coragem para ter o autodomínio e assim, ter ampla visão do que o adoece espiritualmente. Doenças espirituais são muitas vezes causadas por “venenos sociais” que nós mesmos colocamos em nossas mentes.  Ou seja, medir-se pelos olhos dos outros, ver-se e  valorar-se pela opinião alheia sempre nos trará frustrações, porque não temos a capacidade de nos reconhecer como tal;  enquanto buscarmos a aprovação externa, a nossa própria, nunca avançará para nos mostrar nossos valores e competências reais.

Tais caminhos só podem ser trilhados por você mesmo; enquanto não arregaçar suas mangas e for de encontro aos seus paradoxos e reconhecê-los, não haverá  livro de autoajuda ou religião que fará que se reconheça. O lema é: PARE DE FUGIR DE SI MESMO!

Num mundo onde cada vez mais se fortalece a estúpida ideia de que a quantidade é que nos compõe, a qualidade é engolida por grupos tolos que, realmente, creem na compra de felicidade, ou que fugas artificiais resolverão problemas que estão sempre em alarme, ou até mesmo creem que a felicidade estará em coisas tão fúteis, mas tão fúteis, que os tornam profundamente frágeis para enxergar as feridas que estão causando a si mesmos.


O nosso bem-estar só pode ser promovido por nós mesmos, se tivermos a sabedoria de observar os malefícios a que devemos dar um basta e nos permitir a autorrealização de prazeres que nos completam. Por mais simples que sejam, esses prazeres nos descrevem, mostram-nos com uma linda pureza quem realmente somos. Nem que seja admirar uma borboleta, dançar na chuva, comer glacê, tomar uma xícara de café, ouvir aquela música de anos atrás, ver um seriado tão bobo mas você curte muitíssimo, etc.

Essas coisas tão simples, porém importantes  SÃO VOCÊ! Se você  gosta dessas coisas e outras mais, há algum crime nisso?

Todos nós fomos e somos condicionados a um tipo de medo que paralisa, cala e  emburrece, porém, ATENÇÃO: não confundir com códigos de conduta, moral e ética, as quais devem sim ser respeitadas e praticadas  – o medo citado refere-se aos limites que nos freiam e nos impedem de questionar e progredir. Este medo não é saudável e sim agonizante para toda uma sociedade. Se você desafiar sendo que é, na verdade, isto gera desconforto a quem segue “padrões (cegos) sociais” de convivência. A obrigação de esconder sua essência deve ser obedecida ao extremo ou, senão,  você será posto para fora dos círculos.

Mas, enfim, devemos sim enfrentar tudo e todos que nos querem como máquinas e não como pessoas.


É preciso lutar por suas coerências. Não se alimente do pouco que o ensinam, não seja um dissoluto daqueles que são moldáveis em qualquer ou para qualquer discurso.

Tenha discernimento e lembre-se que você é  obra divina de Deus, à  sua forma é única.  Aprofunde-se em tsuas plenitude.

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Direitos autorais da imagem de capa: gladkov / 123RF Imagens

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