Pena de si mesmo? Perdoe-se e liberte-se!



Pena pode não ser leve! Já pensou nisso?

Quando temos pena de nós mesmos a vida pesa muito mais do que sem ela, o que confirma que nem toda pena é leve!

A doença se instala, a vida parece parada, tudo a nossa volta fica em diversos tons de cinza e a ansiedade chega, a depressão fica, as ideias diárias negativas tomam uma proporção absurda…

Essa é nossa vida com pena de nós mesmos!

Você tem pena de você?

A maioria das pessoas acredita que não. Vamos ver?

– Você acha que a vida dá mais para os outros e menos para você?

– Você se compara com outras pessoas percebendo que elas têm mais saúde, mais dinheiro, mais inteligência, mais beleza, mais qualquer outra coisa?

– Você quer muito algo, mas se conforma que não é capaz para alcançar?

– Você vive reclamando de você?

Vou te contar uma história real que vai te fazer refletir sobre como se sente em relação ao que aconteceu até agora na sua vida.

A Psicoterapeuta Amy Morin aos 23 anos perdeu a mãe, sua grande companheira, para um aneurisma cerebral agudo. Ela descreveu sua luta para não se vitimizar, por ter a mãe num dia, no dia seguinte não ter mais.

Mas ela nem esperava que a vida continuasse testando seu poder de resiliência…

No aniversário de 3 anos de morte da mãe, seu marido de 26 anos, morreu de infarto fulminante. Mas, tem mais… Quatro anos depois, já reconstruindo sua vida afetiva, antes de completar um ano de casada, seu sogro, grande parceiro, faleceu…

Essa é uma história real da luta de uma pessoa pela não vitimização.

Ao invés de sentir-se coitada, ter pena de si pelos obstáculos que a vida trouxe, gerou forças e superou.

A pena de si gera impotência, gera culpa, nos deixa sem ânimo, sem ação. A pena de si cria a nítida sensação que a vida dos demais é melhor, mais fácil, que o outro tem mais e nós menos.



Isso tudo destrói a gente por dentro e a gente nem percebe. Tira completamente a energia emocional necessária para tomar atitudes e, pior ainda, ao entrar na negatividade avaliamos as situações de forma errada, sem clareza.

E como não entrar nessa?

O AUTOPERDÃO é uma arma poderosa, que normalmente esquecemos, pois pensamos que não precisamos nos perdoar.

Se a gente pisa no pé de alguém pede desculpas não é mesmo?

E se a gente “pisa” na gente pelo menosprezo, pela culpa, pela raiva de se comportar daquela maneira…

E se a gente “pisa” na gente não se valorizando, não acreditando, não confiando…

Pesquisas comprovam que, se você acha que perdoar é difícil, o ato de se perdoar é considerado mais difícil e, principalmente, é bem mais raro.

O ato de se perdoar está ligado atualmente a ciência e não mais apenas a religião, sabe a razão?

Quando a gente se perdoa a gente abre espaço para nossa melhora de saúde!

Perdoar-se melhora a imunidade, a depressão, baixa a ansiedade, eleva o amor próprio e a autoestima.

Pense nisso! Feche os olhos e pergunte o que não perdoei ainda na minha vida!

Comece agora mesmo, liberte-se e seja muito mais feliz!

Grande abraço!

Isabel






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