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Pensar é saber dispensar. Não se deixe à mercê de pensamentos negativos!

Os pensamentos vêm e vão, assim como as ondas que tocam a areia e voltam para seu habitat natural.

Alguns demoram a voltar para o mar, já outros chegam e parecem ancorar, sem nenhum prognóstico de sair de nossa mente.


Reter ou tornar um hábito o modo como pensamos, que denomino âncoras, fica recorrente e é algo que, aos poucos, drena nossa energia vital.

Pensamentos foram feitos para serem pensados e “dispensados”, se me permite o jogo de palavras. Parece até redundância e é, mas o que quer que deseje “morar” em sua mente, ao invés de “hóspede”, passa a ser intruso.

Como uma pessoa que você convida para passar férias em sua casa e depois do tempo estipulado, sem lhe pedir permissão, passa a morar com você.

Sem jeito de mandar o “convidado” ir embora, tentamos fazê-lo perceber que temos nossos afazeres e que não podemos “sustentar alguém” usufruindo da nossa “vida”.


O tempo passa e o “convidado”, mesmo desconfiado de que não é bem-vindo, insiste em ficar.

Pensamentos âncoras são assim! Se você não os “manda” embora, eles ficam.

É muito cômodo “deixar tudo” como está” porque toda mudança exige de você um novo padrão de atitudes. Uma nova maneira de pensar.


Como adquirir o hábito de ter pensamentos sadios?

Tenho por prática imaginar uma lousa, onde tudo o que não quero pensar está ali escrito. Em minhas mãos seguro um apagador e o passo sobre todos os pensamentos e visualizo desaparecerem cada um deles. Utilizo este método até que não retornem mais. Como disse anteriormente, é uma prática que pode demandar algum tempo.

Não se deixe à mercê desses pensamentos! Você pode se tornar refém deles.

Lembre-se sempre de que pensar é saber “dispensar”!


Direitos autorais da imagem de capa: wallhere.com / 1439085





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