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Perdoe-se. Pratique o autoamor. Aliás, repita agora mesmo: eu me amo!

Perdoe-se! Alimente sua alma com aquilo que ela realmente quer. Perdoe-se, insisto. Pratique o autoamor. 

Não fique se machucando. Ao ser atacado (a) por si mesmo, surge uma tendência de buscar uma satisfação momentânea, contraprodutiva e de autossabotagem. E isso pode se tornar um vício.



O vício nasce da necessidade de buscar um prazer que não nos preenche, compensando-nos por uma dor ou frustração, preenchendo essa carência com fatores externos. E essa técnica – muito negativa – de escape, pode entrar num looping, ou seja, num círculo vicioso com o qual a pessoa se acostuma, seja por comida, drogas, reclamar o tempo todo – o que for. Também descartando a si mesmo, o que pode começar com palavras e pensamentos ruins sobre si, sendo duro demais com seus defeitos e falhas. Defeitos falhas, todos nós temos e isso afeta até a estrutura do cérebro, que se acostuma com a rotina de, metaforicamente, mutilar a si próprio (a).

Para sair dessa, emocionalmente, só há um caminho: o da viagem interior. Para dar fim a isso, há uma forma de quebrar esse ciclo. Um primeiro passo:

Perdoe-se alimentando sua alma com aquilo que ela realmente quer. Perdoe-se, insisto. Pratique o autoamor.  Aliás, comece agora.  Repita agora mesmo: eu me amo!

Vício é um terrível peso na vida. Como que isso acontece? O que leva ao vício? Qual sua base?


Aqui vamos fazer uma abordagem simples do tema, examinando a raiz da questão, comum a todos.

Queremos prazer. Isso é natural. Mas aí a coisa dá tilt. Uma atividade, ou um tipo de droga, dá ao cérebro aquela dose de dopamina imediata, e o cérebro pede mais. Você dá mais, o cérebro gosta e pede mais. Repete-se isto x vezes e pronto: vício.

Vício nada mais é que um loop do cérebro. Ele quer prazer e você fornece uma forma de dar prazer. Ele, então, exige mais e mais, de forma cada vez mais insistente. O mundo se reduz. A vida se reduz. O foco ficou simples: obter aquela experiência novamente.


Existe uma diferença entre prazer e felicidade. Esta é uma questão essencial para superar ou evitar o vício. Precisamos buscar a felicidade, não o prazer. Em termos químicos, queremos serotonina, não dopamina.

O prazer desaparece imediatamente ao final da experiência. Se você parar para pensar, é realmente impressionante o pouco que o “prazer dos sentidos” nos oferece em termos de bem-estar. Você vê o filme mais incrível, e ainda saindo do cinema, já passou o prazer. Você tem uma refeição incrível, e segundos depois da última garfada, só resta o desafio da digestão. Qualquer prazer, no instante que termina, nada lhe resta. A sensação não carrega, não preenche. Fica o vazio. Por isso o vício. Você precisa repetir a dose. Fazer de novo. Por que não ficou nada. Não sobrou bem-estar.

A felicidade é diferente. Eu falo muito sobre a importância de duas coisas: dharma e bhakti, que traduzido, significa dever e devoção.

Quando você cumpre seu dever, seu dharma, faz bem feito, o bem-estar é profundo. É felicidade. Se você trabalha bem, você sente a felicidade de estar cumprindo seu dever, sentindo a conexão. Se você realiza sua vocação, você termina todos os seus dias feliz por viver o seu propósito. A felicidade dura, carrega, inclusive, pelos momentos de dor e dos desafios.

Devoção, bhakti, também tem este efeito, num nível ainda mais profundo. Krishna fala na Bhagavad-gita da “felicidade ilimitada” do yogi. Não tem limite. É o amor vibrando. Quanto mais amor, mais felicidade. Não algo que passa e desaparece de um segundo para o outro como o prazer, mas algo que permanece, que ilumina sua vida.

Deixe o prazer aparecer. Ele vem naturalmente. Uma flor, um céu bonito, um encontro, uma bela refeição, um bom filme… acontece. Maravilha. Mas isso não é a vida. A vida é dharma e bhakti. A vida é você estar no aqui e agora, vivendo seu propósito. Isso sim lhe dará felicidade. Isso preenche.

Superar o vício necessita esta mudança de paradigma, que é a base de todo o Caminho 3T, do yoga: mudar o foco de fora para dentro. Entender que a felicidade se dá de dentro para fora, não de fora para dentro. Isso implica em abandonar a ilusão que vai ser feliz com qualquer experiência sensorial, seja ela qual for. Não funciona. Você sabe que não funciona. Porque não dura. Acaba.

Mas viver seu propósito dura. Estar no aqui e agora sempre traz felicidade. Devoção é amor e o amor sempre deixa a vida perfeita.

Se está com o cérebro com sua fiação toda torta por causa de algum vício, exigindo loucamente a repetição do mesmo, daquela experiência, daquele jogo, você precisa buscar uma solução em dois campos.

O primeiro campo é o prático, fisiológico: você precisa buscar ajuda terapêutica. Processos testados e conhecidos para ajudar a quebrar o vício. Grupos de apoio, hipnose, acupuntura, técnicas alternativas como Barras de Access, EFT, Theta Healing, e, acima de tudo, enormes doses de autoperdão e amor-próprio!

O segundo campo é existencial: mudança de paradigma. Você precisa gradualmente corrigir o erro na raiz, alimentando sua alma com aquilo que ela realmente quer: dharma e bhakti.

No livro “O Caminho 3T” você aprende, passo a passo, o caminho para uma vida de grandes realizações e crescente felicidade em dharma e bhakti, com você no comando, forte para determinar e escolher seu rumo.

O autoamor não tem nada a ver com egoísmo. Eu entendo que, às vezes, uma pessoa pode se acostumar com o pensamento de que não merece nada. Isso não poderia ser mais falso. Faça um exercício. Fique em silêncio todos os dias por um tempo. E pergunte à sua alma: “O que é que a minha alma quer de mim?”

Tire muitos dias de folga do rancor, pare com essa birra de não querer se amar livremente e comece a dar abraços grátis, em si mesmo (a). É necessário ser valente, para ser feliz!

Veja aqui meu vídeo sobre este tema e pratique o mantra do dia: Eu me AMO! 

Seu amigo,

Giridhari Das


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O segredo: dotshock / 123RF Imagens

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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