Comportamento

Personal traído se pronuncia após fala de morador de rua: “desrespeitosa e ofensiva”

Foto: Reprodução.
Personal emite nota apos fala desrespeitosa e ofensiva de sem teto

A situação envolvendo a esposa do personal e um morador de rua segue chocando o país, mas o marido não se agradou da forma como morador de rua contou a sua versão da história, em relatos cheios de detalhes sobre a relação.

O caso envolvendo uma suposta relação consensual entre um homem em situação de rua e uma mulher casada tem gerado grandes movimentações nas redes sociais. Desde a primeira notícia sobre o caso que ocorreu em Planaltina, no Distrito Federal, os internautas ficaram em choque sobre a situação, muitos se perguntando qual seria o motivo que levou aquela mulher casada a se relacionar com um morador de rua que ela não conhecia, com quem se encontrou enquanto fazia pregações pelas ruas da cidade.

O homem em questão, Givaldo Alves de Souza, foi agredido pelo esposo da mulher, Eduardo Alves, e foi parar no hospital. Desde o ocorrido, no dia 9 de março de 2022, ele foi procurado por veículos de mídia nacionais, para dar a sua versão do ocorrido, o que ele o fez em entrevistas, com um relato cheio de detalhes do momento da relação sexual.

Eduardo, o personal trainer traído, não se agradou do que foi dito e em nota oficial criticou suas entrevistas e reproduções das mesmas, emitindo uma nota de repúdio às declarações de Givaldo.

De acordo com o jornal Correio 24 Horas, na nota de Eduardo é ele manifesta que em resposta ao clamor midiático dado às palavras de Givaldo – que ele considerou desrespeitosas e ofensivas – a família e advogados de sua esposa, Sandra Mara Fernandes, deixaram claro seu repúdio às manifestações que desrespeitam a honra da vítima diante da sociedade.

2 Personal traido se pronuncia apos fala de morador de rua desrespeitosa e ofensiva

Direitos autorais: Reprodução

Eduardo informou ainda que Sandra permanece internada em uma instituição hospitalar psiquiátrica, da rede pública de saúde, onde está recebendo tratamento médico intenso para recobrar sua saúde física e mental.

Na nota o marido de Sandra também deixa claro que as medidas cabíveis foram adotadas para protegê-la nesse caso e a Polícia Civil do Distrito Federal foi acionada para a apuração da conduta delitiva em curso e disseminada nos veículos de mídia, objetivando a representação do responsável pela prática destes atos junto ao Poder Judiciário.

O comunicado também chamou atenção para a responsabilidade social de que esta mulher recebesse proteção, ainda mais tendo em vista que foi comprovado que Sandra não estava em completo domínio de suas faculdades mentais quando o ato ocorreu. A nota pediu que os usuários das redes sociais parassem de compartilhar imagens que pudessem denegrir a vítima de alguma forma, o que seria um ato desrespeitoso não somente com ela, mas com todas as mulheres, que de acordo com o comunicado, passam a ser retratadas como um objeto sexualizado e sem valor.

3 Personal traido se pronuncia apos fala de morador de rua desrespeitosa e ofensiva

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A nota oficial reiterou que a investigação criminal do caso segue sob sigilo de justiça e que a família de Sandra aguarda a decisão das autoridades legalmente constituídas, que irão determinar as providências a serem tomadas no caso.

Um laudo médico de Sara foi solicitado pelo juiz que está avaliando o caso e de acordo com informações do portal de notícias Istoé, o relatório aponta que a mulher possui um histórico de doenças psíquicas e não teria condições de falar sobre o ocorrido.

De acordo com o que foi divulgado, a mulher apresenta transtornos psicológicos desde 2017. O documento mostra o histórico mental dela até o indicativo para a internação. Conforme consta na documentação clínica, a mulher teria “comportamentos inadequados, falso reconhecimento, doação de pertences, resistência em se vestir”.

Em depoimento, a mulher havia dito que a relação foi consensual e que ela não havia ingerido bebidas alcoólicas, no entanto, as informações do laudo levantam um precedente para que seja testado se ela tinha condições de consentir a relação ou não.

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