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Pesquisadora brasileira recebe “Oscar da oncologia” por seu trabalho com pacientes com câncer!

As brasileiras estão dominando o mundo. Saiba mais sobre o trabalho que deu o prêmio à pesquisadora!



Mais uma grande vitória para as brasileiras. Segundo contado em matéria do Correio Braziliense, Cristiane Bergerot, psico-oncologista do Centro de Câncer de Brasília (Cettro), recebeu recentemente uma grande premiação da Conquer Cancer Foundation, uma fundação que financia pesquisas para todos os tipos de câncer.

Durante o Asco Annual Meeting 2021, um dos maiores congressos mundiais sobre oncologia, a brasileira foi honrada com o Global Oncology Young Investigator Awards 2021, premiação considerada como o “Oscar da oncologia mundial”, o que a colocou em evidência no mundo inteiro.

A premiação acontece desde 2018. Nesse tempo, 23 pesquisadores receberam o prêmio, e Cristiane foi a segunda brasileira agraciada. Antes dela, Pedro Isaacsson, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, recebeu a premiação por uma pesquisa sobre câncer de próstata, em 2019.


A área de psico-oncologia, em que a brasileira atua, é focada em tratar os aspectos emocionais de pacientes com câncer, buscando reduzir o seu sofrimento durante os tratamentos. O estudo que deu o prêmio a Cristiane foi uma análise de um programa de avaliação geriátrica, por meio de um sistema de telemedicina, em pacientes idosos, de idade igual ou superior a 65 anos, que iniciaram o tratamento quimioterápico.

A brasiliense tem se destacado bastante em sua área. Em maio de 2020, ela voltou dos Estados Unidos para assumir o serviço de psico-onco e integrar a equipe do Cettro. Em menos de um ano, esse é o seu segundo prêmio internacional.

No início de 2021, ela foi premiada por uma pesquisa que avaliou o uso de um aplicativo mindfulness em pacientes com câncer renal metastático em nosso país. Por essa premiação, ela recebeu o valor de U$ 125 mil (mais de R$ 625 mil), da Kure It Cancer Research.

Pela premiação da Asco Annual Meeting 2021, Cristiane recebeu um subsídio de U$ 50 mil (equivalentes a mais de R$ 250 mil), que usará para patrocinar o estudo, que terá duração aproximada de um ano. Depois da aprovação do comitê de ética, ela já está começando a colocar o trabalho em prática, realizando a coleta de dados.


A pesquisadora disse que foi a primeira vez que se inscreveu para a premiação, que é bastante concorrida, mas acrescentou que contou com o apoio de Paulo Bergerot, o coinvestigador principal, e de William Dale (City of Hope, EUA), Enrique Soto (Instituto Nacional de Ciencias Medicas y Nutricion Salvador Zubiran, México) e João Nunes (Cettro), seus mentores.

Que grande honra para a brasileira. Esperamos que o seu estudo ofereça novas e poderosas possibilidades a pessoas que convivem com o câncer no mundo todo!

É preciso parar de idolatrar os homens por fazerem o mínimo. Lavar a louça e trocar a fralda são obrigações!

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