Pessoas que se importam demais…

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No final, as coisas têm a importância que damos a elas!

Todos sentimos e nos importamos… Embora sentir e importar sejam experiências e intensidades únicas de cada um…



Até porque o que importa para Um pode não ter a mesma importância para outro… Assim como as coisas que tocam a sensibilidade de alguém, podem simplesmente ser insensíveis para outros…

Mas dentro de milhares, sempre há alguns que importar se sobressai ao que se espera… E que mesmo fatos e situações sem importância aparente, importem significativamente.

Sempre fui desse time. Daqueles que se permitem encantar com detalhes perdidos pelo caminho… Diria que tenho um olhar “insatisfeito”, pois nunca me conformo com o que vejo, ou melhor, nunca é suficiente. Atrás de cada imagem, vejo uma história e por consequência, sou sempre transportado para ela. Desde a folha desprendida da árvore que é levada sem direção… Sem que saibamos a origem ou o destino final… Ao indigente na rua que como eu e você, também foram crianças um dia… Até que oportunidades ou a falta dela, deixaram-os ali abandonados ao chão…


Não é um movimento simples, como tudo que é demais! O excesso é perturbador e desconcertante. Ainda mais quando se é homem! Ainda vivemos em um mundo que homens e emoções, por vezes, se estranham. “Homem não chora”. Bem, confesso que chorei muito até aqui, o que não me fez menos homem. Disfarcei muitas vezes com um meio sorriso, sem com isso eliminar o que sentia.

Não apenas lágrimas de tristeza, mas muitas vezes pelo que me toca, o que é um problema, quando tudo me toca! “Let it be”(deixa estar, deixa para lá)… Confesso que sempre tentei, mas sentir não é uma escolha, mas uma condição. Não sentimos porque queremos, mas porque precisamos! Precisamos na vida de sentidos! Não falo dos 5 sentidos somente, mas de (e)motivos ou motiva(ções).

Importar é uma ação! E não é passiva, como comumente se pensa. Afinal, é impossível sentir, sem se colocar no lugar!


Se como eu, se importa demais, não se preocupe, não está só, como algumas vezes se sentirá.

Não ser compreendido, às vezes, nos faz sentir como náufragos em uma ilha, longe da civilização. Mas como todos, sua visão do mundo é única.

Não precisa de cura, mas de abertura e de fluidez, sem represar… Para que os pratos da balança se equilibrem. Mas se não se importa com nada disso, não se preocupe… Basta deixar pra lá!

No final, as coisas têm a importância que damos a elas!

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