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Pessoas queridas deixam marcas do amor que espalharam, por toda vida…

A morte de entes queridos não é uma perda. A verdadeira perda está relacionada aos sentimentos e memórias que morrem dentro de nós enquanto vivemos.


A morte de pessoas queridas é a ausência transformada em lembranças vivas em nossos corações.

“Pensamento é vida”. ”Recordar é viver”. Quantas vezes já ouvimos essas frases e não paramos para refletir? Tudo o que pensamos constantemente permanece vivo dentro de nós, e tudo que paramos de pensar, ou que raramente recordamos, é como se tivesse morrido, ou quase.

Quantas vezes pensamos em alguém e sentimos como se a pessoa estivesse presente! Quantas vezes dialogamos em pensamentos com alguém supondo suas respostas, como se a pessoa estivesse ao nosso lado!

E quantas vezes a ausência de alguém que precisou afastar-se, ou a decepção, faz com que paremos de pensar, até que sua imagem fique tão escondida na memória ao ponto de parecer que a pessoa não existe mais?


São os pensamentos e os sentimentos que criam a vida que construímos dentro de nós, refletida em nosso exterior. E enquanto pudermos, ou quisermos pensar, não há nada que possa matar as recordações das pessoas queridas.

Pessoas queridas quando partem deixam um pedaço de si que permanece vivo em forma de saudade. São aquelas que se doaram por inteiro quando estavam presentes, que foram profundas e verdadeiras.

Pessoas queridas deixam marcas por toda a vida. Não de feridas, mas do amor que espalharam. Elas permanecem no coração, mesmo quando se vão, pois ficam escritas na nossa história, guardadas no livro da memória.

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Direitos autorais da imagem de capa: gstockstudio / 123RF Imagens





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