Comportamento

PM encontra criança de 3 anos dentro de barril. Mãe foi presa em flagrante e responde por tortura

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O Conselho Tutelar recebeu um vídeo no qual aparece a criança, sem roupas, apenas coberta por panos, dentro de um barril, na capital de São Paulo.



Outro caso de violência contra criança aconteceu em São Paulo, desta vez na capital. A Polícia Militar (PM) encontrou uma criança de apenas 3 anos presa dentro de um barril, sem água e sem comida. A mãe do menino, de 20 anos, e outra mulher, de 44 anos, foram presas em flagrante e indiciadas pelos crimes de sequestro, cárcere privado e tortura.

Segundo reportagem do G1, o garotinho era mantido preso, sem roupas. A PM o encontrou depois de ser acionada pelo Conselho Tutelar, que recebeu uma denúncia e um vídeo que circula nas redes sociais. Na filmagem, a criança aparece nua, coberta com panos, deitada dentro da metade de um barril de plástico, que era mantido virado para a parede, dentro da casa.

Os policiais e membros do Conselho Tutelar foram juntos ao local onde encontraram a criança dentro do barril, ao lado de uma cadeira de rodas infantil. Eles foram recebidos pela mãe. Levadas ao 50º Distrito Policial (DP), a mãe e a mulher que estava na casa foram autuadas pelos crimes e presas preventivamente, a pedido da Polícia Civil.


No momento, a polícia investiga os motivos da manutenção da criança ser dentro do barril e se ela possui deficiência física mas, até o momento, nada disso ainda não foi confirmado. Os oficiais também não sabem se a cadeira de rodas é do menino ou se pertence a outra pessoa.

Outra questão investigada pela polícia é a autoria da filmagem. Nas imagens, um homem chega perto do barril, abre-o, mostra a criança para, em seguida, mandá-la dormir. Imediatamente, o suspeito fecha o barril e a gravação se encerra.

O menino foi encaminhado para a delegacia, em um primeiro momento, depois foi levado para um hospital, onde recebeu o diagnóstico de subnutrição. Ele está sob a responsabilidade do Conselho Tutelar local.

A prefeitura repudiou o caso do menino e afirmou que ele sofreu uma grave violação de direitos humanos, mas que, no momento, foi acolhido pela rede socioassistencial do Conselho Tutelar.


Esta não é a primeira vez que a PM recebe denúncia de maus-tratos neste mês. No dia 6, uma criança de 2 anos foi encontrada amarrada, sozinha, em uma casa. A denúncia anônima partiu de pessoas que a ouviam chorar e, quando entraram no local, conseguiram identificar uma pequena criança amarrada pelos pés, por um fio.

A mãe, que tem 21 anos, foi localizada no mesmo dia, por policiais, e levada para o 89º DP, onde foi presa em flagrante por maus-tratos contra a criança.

Direitos autorias: Militar/Divulgação

Outro caso que chocou o país foi o do menino, de 11 anos, resgatado no dia 30 de janeiro, em Campinas, no interior de São Paulo. Ele estava com as mãos e os pés acorrentados, dentro de um barril de aço. A polícia também chegou ao local através de denúncias dos vizinhos.


Três pessoas são suspeitas do crime: o pai do menino, a namorada dele e a filha dela.

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Direitos autorais: Polícia Militar.

Segundo a polícia, ele era mantido em pé durante todo o tempo, e era obrigado a fazer as necessidades fisiológicas no mesmo espaço. Além disso, era alimentado raramente, e apenas com cascas de frutas e fubá cru.

O barril permanecia coberto por uma telha, sobre a qual havia uma pia de mármore, para impedir sua fuga.


O pai alegou que ele era “agitado demais” e que teria feito isso “apenas para educá-lo”, conforme consta no boletim de ocorrência. Estima-se que ele tenha permanecido preso por um mês ou mais, impossibilitado de sentar ou agachar, o que teria deixado suas pernas inchadas.

A Polícia Civil acredita que o pai tenha cometido violência e grave ameaça à criança, que lhe provocaram intenso sofrimento físico e mental; a namorada e a filha dela se omitiram da situação.

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