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Porque seu subconsciente atrai as coisas erradas…

Não importa se você está lendo este texto em dezembro ou em julho, quando você decide que daqui pra frente será um ano-novo-vida-nova, está decidido e vai ser assim. Ponto. Você tem este poder. E, de repente, você até pode ter esta vontade, às vezes, chega a ser necessidade, uma ânsia por algo novo, mas você não sabe como, e aí, chega se perguntar se isto é mesmo possível… A boa notícia é: sim, é possível ter uma vida nova – e melhor.



Para começar esta mudança, vamos partir do óbvio: é preciso mudar para mudar.

Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” Albert Einstein.

Mudar o quê? Algumas coisas: ideias, valores, pensamentos, atitudes etc. Mas acima de tudo: mudar o mindset, a “configuração da mente” – se você tiver uma mente configurada com informações pobres, violentas, pequenas, medrosas, etc., você vai ter um funcionamento que siga esta configuração. Se você configurar a TV para exibir idioma em coreano, ela vai se comportar exatamente desta forma. Se você a configurar para inverter a imagem, ela vai inverter a imagem. Se você a configurar com mais brilho e cor, idem, idem. Se você configurar sua mente para funcionar com medos, ela vai funcionar exatamente desta forma.


Provavelmente, você já ouviu falar nisso, muitas pessoas falam, mas… Ok, tá. Como alterar esta configuração? Como ajustar o mindset para que o subconsciente comece a atrair as coisas certas? Vamos nessa!

Esta semana eu estive reunindo os arquivos do meu livro, Petrichor, para compartilhá-lo no Wattpad, e eu fiquei muito feliz em poder entrar em contato (de novo) com tudo o que eu aprendi quando o escrevia e, que aliás, me fez escrever o livro em si.


Um velho ditado diz: “macaco vê, macaco faz.”, e a neurociência provou isto de uma maneira muito interessante. Não estou aqui para complicar as coisas, então, vamos manter isto de maneira bem simples: neurônios espelho, como o próprio nome sugere, espelham, em seu próprio cérebro, uma atividade cerebral provocada por outrem.

Quando um macaco agarra uma banana, algumas atividades cerebrais acontecem no seu cérebro, o que é absolutamente normal, a parte incrível disto é que, quando o macaco assiste a alguém, agarrando uma banana, o seu cérebro espelha as mesmas atividades cerebrais de quem está, de fato, agarrando a fruta. Ou seja, quer o macaco esteja agindo ou assistindo, o seu cérebro tem as mesmas atividades. Macaco faz, cérebro faz. Macaco vê, cérebro faz.

E sim, o mesmo ocorre com a nossa mente. E isto, senhoras e senhores, quer dizer muita coisa. Muuuita coisa. Porque, o que quer que você esteja assistindo, o seu cérebro está trabalhando como se estivesse agindo; e se você realmente acredita na Lei da Atração… O que você está assistindo? Como você está configurando a sua mente? Quais são as informações que alimentam o seu subconsciente? Consegue visualizar onde estamos indo com isso?

Se você não quer uma vida mais ou menos, mas está a todo instante interagindo – assistindo, ouvindo, cheirando, sentindo, etc. – com coisas que você considera mais ou menos e, portanto, são coisas que você não quer… Por quê? O que você está fazendo? Qual é a lógica disto? Como você acha que a LDA funciona? Não quero violência, vou falar sobre violência, ver fotos do resultado de violência, vou ler comentários sobre violência, assistir jornal sobre violência e quero que o Universo me traga paz?!

E aí, você pode substituir a palavra “violência” por qualquer outra coisa que você não goste, não queira, mas que vive em contato. Pronto, você vai criar um mapa que te ajudará a entender onde você está, o porquê de estar ali, e como fazer para chegar onde você quer, realmente, ir/estar. Mudar as ruas (virar à esquerda ou à direita) se compara a mudar as atitudes. Quando você muda uma coisa em você, é como se você estivesse mudando de rua para chegar aonde quer chegar.

Algumas pessoas podem dizer: “mas o que eu posso fazer se esta é a realidade?”. Bom, você pode fazer muita coisa, a começar por parar de alimentar esta realidade. Como? Princípio básico do mercado: oferta versus demanda, se não houver demanda, não haverá oferta. Ponto. Se não houver procura por violência, se as pessoas pararem de curtir/compartilhar postagens sobre violência, se as pessoas desligarem a TV todas as vezes que notícias deste tipo forem noticiadas, eles vão ter que parar de ofertar isto. Se todas as vezes que alguém vier até você e falar sobre violência, você não alimentar o assunto, este alguém vai parar de falar sobre isto com você, porque sabe que você não dá continuidade no assunto.
Então, está aí a resposta para a sua pergunta. E isto é só uma das coisas que você pode fazer! Parar de brigar, parar de agredir (física, psico e emocionalmente) pessoas, plantas e animais, parar de fofocar… De novo: troque a “violência” por seja lá o que você não quer mais na sua realidade.

Você já ouviu falar do livro “Pai rico, pai pobre”? Se já, você vai entender bem este conceito, se ainda não, eu sugiro a leitura. Mas para que todos possam entender o contexto: ricos e pobres têm mindsets diferentes, o pai rico ensina a multiplicar e vencer, o pai pobre ensina a economizar e não perder. É basicamente isto. Vamos tomar esta filosofia como base para o nosso novo mindset e dividir as fontes como fonte rica, fonte pobre; por “fonte” queremos dizer tudo que alimenta nossa mente, subconsciente, neurônio espelho, etc. Dê uma olhada na sua linha do tempo das redes sociais e veja se elas falam mais de coisas ricas (boas, positivas, alegres) ou pobres (ruins, negativas, tristes). Faça o mesmo com os programas de TV – você pode até saber distinguir ficção e realidade, mas seus neurônios espelhos vão se ativar com base no que você assistir, independe se é novela ou vida real, independe se é você quem está fazendo ou se é outra pessoa.

Talvez você queira relembrar o texto Seu subconsciente conspira a seu favor, a fim de entender melhor o que o subconsciente tem a ver com atração.

Comece a se livrar das fontes pobres, pare de segui-las, pare de assisti-las, pare de ouvi-las, pare de falar sobre elas. Afaste-se completamente! Principalmente das pessoas que são próximas a você, com quem você convive diariamente: aquelas pessimistas, resmungonas, desanimadas, preconceituosas, acusadoras, trapaceiras, maldosas, intolerantes, desencorajadoras, metidas, egoístas, sabichonas, acomodadas, etc. Conhece alguém assim? Afaste-se!

Mas eu vou viver isolado? É melhor viver sozinho e melhor a cada dia, ou, é melhor viver com pessoas que te prejudicam? Parece ser uma pergunta bem fácil de ser respondida.

Mas eu vou virar um alienado? Por que você quer saber quem foi sequestrado no interior do estado? O que você ganha em saber que um trem descarrilhou lá na Europa? Em que muda sua vida saber que um avião sumiu na Tailândia? Mesmo que o ocorrido seja na sua rua, uma coisa é saber o que acontece ao seu redor, outra coisa (bem diferente) é se envolver com isto, alimentar isto, dedicar tempo a isto. Porque, meus amigos, se isto não te faz ser uma pessoa melhor… Não vale a pena! Dedique seu tempo a coisas que te fazem melhor! Mais amada, mais saudável, mais próspera, mais feliz, mais sábia.

E para compensar, comece a se aproximar das fontes ricas, comece a segui-las, a assisti-las, a ouvi-las, a falar sobre elas! Encontre as páginas que espalham notícias boas, fotos bonitas, mensagens de sabedoria, histórias inspiradoras, imagens engraçadas, paisagens, decorações, obras de artes, turismo…

Troque a murmuração por gratidão. Troque a pobreza pela riqueza (de espírito, de mente, de amor, de saúde, de dinheiro, de felicidade, de espiritualidade). Troque os programas que geram medo por programas que geram esperança. Troque a configuração!

A propósito: sabe aquele cheirinho que sobe quando a chuva molha a terra seca? Os gregos o chamam de petrichor, e é o que acontece com a vida do personagem (do livro que eu citei acima). Meus amigos: “algumas pessoas sentem a chuva, outras, apenas se molham.”. Algumas pessoas vivem a vida, outras, apenas existem. Sinta a chuva, sinta a vida, sinta as coisas boas chegarem até você!

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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