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Pouco amor-próprio? As pessoas destes 3 signos vivem se comparando com os outros!

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A autoestima é uma espécie de avaliação que cada um faz de si mesmo e que envolve não apenas crenças, mas também emoções.

Inserir-se em uma comunidade é algo necessário a todos os indivíduos, principalmente quando nos damos conta de que a forma como agimos e pensamos é totalmente influenciada pelo meio que frequentamos, onde estão as pessoas com as quais interagimos. Ao mesmo tempo que somos dotados da capacidade de nos comunicar, somos perpassados pelo contexto socioeconômico que nos circunda.

Por mais que existam grandes traços da nossa personalidade que podem ser atribuídos à genética, é possível compreender que também somos influenciados pelo ambiente e pelas pessoas que escolhemos como nossas amigas, colegas ou companheiras. Nesse cenário, cada indivíduo busca se afirmar, encontrar seu espaço, além de tirar certas impressões de si mesmo, como se fosse uma espécie de ciclo — que não necessariamente se apresenta nessa ordem.

Em inúmeros momentos, podemos nos sentir incapazes de preencher certos requisitos sociais, seja no trabalho ou no âmbito pessoal. Certas estruturas também podem favorecer certa ausência de amor-próprio, como se a autoestima estivesse sempre em baixa ou apresentando um déficit. Por questões pessoais ou do contexto geográfico no qual estamos, essa autoavaliação pode ser prejudicada.

A forma como nos percebemos tem extrema importância, que faz com que acreditemos que somos capazes ou não, suficientes ou não, competentes ou não, e por aí vai. Quem nunca passou por um momento em que acreditava que era péssimo em tudo o que fazia? Pensando nessa autoimagem, existem alguns signos com maior propensão a demonstrar a falta de amor-próprio em alguns momentos. Confira abaixo quais são eles:

1. Câncer

São conhecidos por sua sensibilidade e pela facilidade de se conectar com os indivíduos à sua volta, mas colocam tanto as necessidades dos outros em primeiro lugar, que acabam esquecendo de si mesmos. Acreditando que apenas pelo sacrifício é que têm a chance de viver histórias de amor ou de ser realmente queridos num espaço, deixam de lado tudo aquilo de que gostam, inclusive traços de própria personalidade.

Mas eles não agem assim a todo momento, essa forma comportamental se apresenta quando os cancerianos estão em completo desequilíbrio social ou pessoal. Quando se tornam dependentes emocionalmente de terceiros, demonstram essa vulnerabilidade, mas conseguem escapar dessas ciladas emocionais quando se dão conta de que essa sensibilidade pode ser usada de maneira a beneficiar todos à sua volta, inclusive a si mesmo.

2. Libra

Librianos passam uma imagem de completude, e por mais que notoriamente sejam indecisos, não permitem que esse comportamento ofusque a maneira como querem ser vistos pela sociedade. Mas em muitos momentos, essa desconfiança pode afetar sua autoimagem, passando por longos hiatos temporais acreditando que não bastam em nada do que se propõem a fazer.

Estes nativos nasceram para ser os grandes astros das próprias narrativas, e toda vez que se colocam em posição inferior a isso, desencadeiam sentimentos prejudiciais para a autoestima. Como não querem se indispor com ninguém em prol da diplomacia, acabam traindo a si mesmos. Quando decidem tomar as rédeas da própria vida, sem se importar com os outros, sentem toda a luz voltando.

3. Capricórnio

O excesso de ambição destes nativos pode ser ambíguo em muitos momentos, fazendo-os suas próprias vítimas. Sempre acreditando que conseguem carregar o peso do mundo nas costas, responsabilizando-se por coisas que nem dizem respeito a eles, acabam perdendo boa parte do amor-próprio. Com medo de perder estabilidade – emocional e/ou financeira –, sujeitam-se a qualquer tipo de relação.

Mas os capricornianos têm necessidade de se valorizar, de se colocar em primeiro lugar, caso contrário sentem completo desprendimento daquilo que sabem que são em essência. Esperando muito do outro, acabam se frustrando rapidamente, o que lhes pode devolver a vontade de assumir o controle da própria vida, retomando a ideia de que se bastam.

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