Prática da vibração de abundância:

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Para ter o que desejamos precisamos ser o que desejamos. Com o dinheiro não é exceção. A parte mais complicada é que o dinheiro é algo material, e praticar a presença de algo material requer sentir que o temos, de forma pura – ou seja, sem sentimentos contraditórios.



Sim, fomos ensinados que dinheiro é algo frio e cruel. Que a riqueza mundial se resume a quantidades limitadas distribuídas pelo Mundo, e que se tivermos muito, estamos a “roubar” a fatia que deveria pertencer àqueles que mais necessitam.

Esta espécie de crença está muito enraizada na nossa cultura, e é a razão pela qual a espiritualidade e o dinheiro não são vistos como algo compatível.

Um mestre espiritual difunde o seu conhecimento, e pode escolher se quer receber por isso ou não, mas isso não faz dele alguém maldoso ou vigarista. Ele simplesmente escolheu fazer uma carreira do seu conhecimento, e aqueles que desejam adquiri-lo, pagam se desejarem.


Ou seja, o mal não está no dinheiro, mas na maneira como as pessoas o vêem.

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No que toca a atrair riqueza, não devemos pensar necessariamente em dinheiro, ou seja, para sermos ricos como verdadeiramente queremos ser, não devemos visualizar-nos com vastas quantidades físicas de dinheiro. Acho que não é isso que realmente procuramos, não é o tipo de riqueza a que nos referimos quando dizemos que queremos ser ricos.


O que queremos é algo maior.

Porque é difícil conjurar a sensação da abundância? Porque fomos programados a pensar pequeno. Sim, ter dinheiro na conta é fácil, mas viver com liberdade, sem dever nada a ninguém (e não falo financeiramente), sendo genuinamente feliz – isso dinheiro nenhum pode comprar. Por isso é que se diz que há pessoas tão pobres, que tudo o que têm é dinheiro.

Dinheiro é papel, é algo palpável, mas pegar numa nota não nos faz sentir vivos. O que nos eleva o espírito é o sentimento de abundância!

Espiritualidade é compatível com dinheiro, sim. Porque o dinheiro é um produto natural da abundância, mas é algo secundário. Pessoas espiritualmente elevadas e com uma mentalidade positiva, não se preocupam com dinheiro, nem com passar por cima de ninguém para obtê-lo. Elas simplesmente sabem que ele vem.

Se é justo ou não, se é frívolo ou não, cabe a cada um decidir. Se formos perguntar a qualquer um, ele responderá que um dos seus desejos é ser rico. Mas o que essa pessoa realmente almeja é ter liberdade, para usufruir da abundância de coisas boas que o Mundo tem. E Felicidade é direito de todos.

Ser abundante é poder fazer-se o que se quer, quando se quer – porque nos faz feliz. Não porque temos de o fazer, não porque nos disseram que era o correto, mas porque QUEREMOS.

A verdade é que, já somos abundantes. Já podemos fazer tudo aquilo que queremos. O Universo é um buffet de opções, e cabe a nós escolher o que nos apetece, e deixar o resto de lado – temos essa escolha.

A única razão pela qual não sentimos ou vivemos essa abundância é porque nos autossabotamos a pensar pequeno.

Mas o facto é que liberdade é o nosso direito e estado natural, e felicidade o nosso objetivo, e as pequenas coisas que vivemos diariamente podem provar-nos esse facto.

O nascer do sol, dos mais belos espetáculos que existe à face da Terra, não ocorreu porque nós trabalhámos por isso, mas porque existe uma força maior que nós que moveu tudo para que isso acontecesse.

Este é um exemplo de abundância: ver o nascer do sol. Podemos encontrar outros pequenos exemplos de coisas boas na nossa vida, que aconteceram sem o nosso esforço, que nos trazem felicidade. Coisas que podemos fazer, quando quisermos, que nos fazem sentir bem.

Estas coisas existem, e notá-las é o princípio perfeito para treinarmos a frequência da abundância. Há uma força a mover tudo a nosso favor, e a própria natureza mostra-nos que os recursos nunca se esgotam.

Dinheiro é simplesmente o resultado físico de algo muito maior, mas outras experiências físicas também: como viagens, carros, casas, roupas, sapatos. Um estilo de vida em que possamos adquirir essas coisas ou outras que nos fazem mais felizes, deriva simplesmente da nossa frequência de abundância – que podemos ter todas essas coisas, mas já éramos felizes antes de as ter.

Foca-te naquilo que te faz sentir vivo, elétrico, completo. Porque o único trabalho que tens é trabalhar na sensação, e o resto vem.

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