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Que o presente possa nos acalentar…

Semana passada, quando contei sobre a última arrumação que fiz no armário, ou melhor, que estou fazendo porque dessa vez tomei a decisão de não guardar nada lá por não saber o que fazer… me mostrou muitas coisas sobre mim que pareciam coisas sem importância… mas que, sob um olhar mais aprofundado, se revelaram pontos onde me limito e prendo.



Enquanto estou nesse processo de arrumar meus armários, pude ver como na minha vida também adio muitas vezes a tomada de decisão e, hoje… antes mesmo de me levantar, percebi mais precisamente, que isso se dá quando envolve outras pessoas… quando uma decisão minha afeta outras pessoas.

Vi que tenho um medo grande ligado ao fato de ter que tomar decisões que afetem outros…
Claro que sei que todas as nossas decisões afetam o todo de uma forma ou outra, mas percebi um medo inconsciente que poderia vir de algum trauma passado…


Levantei-me pensando nisso e com um monte de fichas caindo me mostrando como isso era limitante, mas, um sono me chamava de novo para deitar, um sono diferente que sempre identifico como se minha Alma quisesse me mostrar alguma coisa. Não resisti e me deitei de novo logo entrando em um estado de sonolência onde fiz essa pergunta.

– Por que tenho medo de tomar decisões que afetem outras pessoas?

Nisso me vi guiada por uma mulher que chamo de Avó Guardiã dos Sonhos que me levou a um lugar bem antigo… e disse que iríamos limpar a memória que causava esse medo… tentei fugir porque senti uma dor muito grande e medo de ver o que o que viria… muito medo.

A Avó me disse assim:


– Eles não sabem que a dor da culpa é pior que a morte.

Perguntou-me se eu queria ver.

Respondi aliviada que não, ao que ela me falou que eu só acessaria, nessa cura, o que fosse necessário… Entendi que iríamos fazer uma limpeza profunda nas memórias.

Dormi e sonhei que estava em um local diferente, com uma amiga e outra mulher que não conheço. A gente brincava com um tipo de aparelho que nos levava de um ponto a outro como se fosse um tipo de prancha comprida de metal que assentávamos em um lado e éramos levadas para a outra ponta… Ficamos brincando ali um tempo e, de repente, olho para o céu e vejo que ele está com a cor alaranjada e forma o desenho de dois quadrados em tons degradês… Esses quadrados se transformam em símbolos do calendário Maia e isso me faz saber que chegou o final dos Tempos. No sonho, entendo que é um período de transição para um novo tempo que envolve muitas mudanças.


Nisso, eu e minha amiga vemos que nossas mãos estão sujas porque o aparelho é de ferro e sujou nossas mãos. Vamos até uma pia e lavamos as mãos até elas ficarem bem limpas.

Depois, vejo alguns sinais que confirmam que essa hora havia chegado e sinto muita dor quando me vejo separada de entes queridos sem ter como entrar em contato com eles…

Acordei depois de 3 horas como se saísse de um sono profundo.

Não sei ao certo o que isso quer dizer, parece que foi em outro ciclo de final de tempo, algo muito antigo e que envolveu muita dor, posso decodificar algumas coisas mas prefiro deixar quieto e aceitar que a cura foi feita. Ainda estou em um estado muito sonolento.


Entendo que já passamos por muitas experiências em várias vidas e que agora é hora de liberar tudo aquilo que nos impede de estar plenos aqui e agora… Contamos com toda ajuda para isso e só nos cabe tomar a decisão de curar e de deixar o passado para trás, para que o presente possa nos acalentar com sua doçura e leveza…

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