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Preta Gil faz desabafo sobre vaias que recebeu após discurso: “Aquilo me doeu”

Foto: Instagram
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Na tarde desta segunda-feira (23), Preta Gil relembrou as criticas que recebeu após um discurso sobre negritude.

Há alguns anos, a famosa já foi vaiada por outras mulheres negras ao se referir a si mesma como “mulata”, e precisou buscar conhecimento para se entender melhor.

“Fiquei muito envergonhada, me perguntava ‘como isso não chegou até mim?’. Entendo a raiva que as mulheres ficaram. Estou vendo mulheres negras aqui nesse espaço, isso não existia. Na minha juventude sempre fui a única preta em todos os ambientes”, contou ela no Power Trip da Marie Claire.

A herdeira de Gilberto Gil deixou claro que ficou magoada com a situação, mas agradece por ter evoluído após a situação. “Para entender que isso tudo me dá passabilidade eu tive que receber uma vaia. Óbvio que aquilo me doeu”.

Ela também refletiu sobre sua empreitada no mundo artístico, que iniciou tarde. “Isso aconteceu na minha carreira artística. Deixei que o medo me paralisasse por dez anos na minha vida, até conseguir resgatar minha essência. Aos 28, comecei uma carreira tardia. Temos que ser mais generosas com nós mesmas, porque se deixar, o medo paralisa”.

Sonia Abrão alfineta Catia Fonseca

Sonia Abrão não ficou calada e resolveu rebater Cátia Fonseca durante o ‘A Tarde É Sua’ desta segunda-feira (23). Na semana passada, a contratada da Band havia desmentido a concorrente ao vivo, após uma notícia dada com exclusividade pelo programa.

No momento em questão, o colunista Alessandro Lo Bianco contava que Fátima Bernardes havia se dado mal em seu primeiro teste para assumir o ‘The Voice Brasil’. “Dá mais uma aí pro pessoal desmentir. Estou achando lindo isso, lindo. A concorrência tá pirando”, disse a apresentadora.


Se você presenciar um episódio de violência contra crianças ou adolescentes, denuncie o quanto antes através do número 100, que está disponível todos os dias, em qualquer horário, seja através de ligação ou dos aplicativos WhatsApp e Telegram.

O mesmo número também atende denúncias sobre pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas em restrição de liberdade, população LGBT e população em situação de rua. Além de denúncias de discriminação étnica ou racial e violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais.

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