Família

Professora adotou aluna que morava em orfanato: “É minha filha!”

capaprofessora adotou aluna que morava em um lar adotivo E minha filha
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Essa professora apresentou um novo significado de família à sua aluna que precisava muito de uma!

Quando ouve a palavra “família”, no que você pensa? Para muitas pessoas, é impossível não se lembrar da mãe e do pai, pessoas com quem compartilham um vínculo de sangue e de almas, que é mais forte e poderoso do que qualquer outro.

Para outras, a família não está ligada aos parentes, mas aos amigos que sempre estiveram ao seu lado, e até mesmo aos seus animais de estimação, que lhes demonstram amor único e poderoso.

Loralie Henry, uma menina de 9 anos, da Califórnia (Estados Unidos), até algum tempo atrás não sabia muito bem como definir o que essa palavra tão importante representava para ela. Conforme matéria da KABC, por mais ou menos cinco anos, a menina morou em orfanatos, o que corresponde a quase metade de sua vida. Aos 5 anos, ela voltou a morar com a mãe biológica, mas um ano depois, aos 6, retornou aos lares adotivos.

Como se pode imaginar, esse foi um período bastante nebuloso da vida de Loralie, afinal são experiências fortes para serem experimentadas com tão pouca idade. As constantes mudanças e “devoluções” aos orfanatos são motivo de medo e questionamentos da menina, como se houvesse alguém esperando por ela.

A sua história poderia ser como a de muitas crianças e jovens que não conseguem encontrar uma família, por isso vivem nos lares adotivos até poder administrar a própria vida, mas o desfecho no caso dessa criança foi outro.

2professora adotou aluna que morava em um lar adotivo E minha filha

Reprodução / ABC

A menina, que até então desconhecia o significado de pertencimento a uma família, recebeu uma oportunidade por meio da sua professora Zoe Henry. Em 2019, ela entrou na classe de Henry como aluna da segunda série. Loralie já vivia havia anos em orfanatos, e a professora, mãe solteira, não tinha intenção de ter filhos. No entanto, quando colocou os olhos na menina, pensou: “Eu vou adotar essa garotinha. Ela é minha filha!”

Henry se apaixonou pela menina e chegou a implorar aos assistentes sociais que a deixassem adotá-la. Seu amor e boa intenção provavelmente foram sentidos pelos profissionais, já que em apenas dois dias Loralie estava se mudando para a casa da professora.

A menina contou que se lembra do momento em que recebeu a notícia. Ela estava sentada ao lado de Henry, perto do carro e, quando ouviu que teria um novo lar, ficou surpresa e feliz. O processo de adoção, que começou em 2019, foi finalmente concluído em novembro deste ano.

Ao falar sobre o caso com a KABC, Henry se emocionou bastante e não poupou elogios à filha. A professora contou que a menina completa a sua família e a sua vida, dizendo que ela acrescenta aventura, alegria, diversão e coragem a tudo.

3professora adotou aluna que morava em um lar adotivo E minha filha

Reprodução / ABC

Os pais biológicos têm o direito de contestar as adoções, mas no caso de Loralie tudo deu muito certo.

Henry disse saber que a mãe biológica da filha a ama e queria fazer parte de sua vida, mas que por amá-la tanto, permitiu que a menina fosse adotada para poder receber tudo aquilo a que tinha direito.

É possível perceber pelas imagens da família que há muita alegria, companheirismo e completude em seu relacionamento.

A história de Loralie e Henry está rendendo comparações com o filme “Matilda”, de 1996, baseado em um livro de 1988, de Roald Dahl. Na adaptação cinematográfica, Matilda, interpretada por Mara Wilson, é uma menina com poderes mágicos que se sente infeliz em casa, pois seus pais não a tratam bem, e acaba adotada por sua professora, a Srta. Honey, e ganha uma vida muito melhor.

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