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Professora e agente educacional foram algumas das vítimas fatais em atentado a creche

Keli Adriani Aniecevski era professora na unidade há 10 anos. Mirla Renner era agente educacional que também não resistiu aso ferimentos. Chegou a ser socorrida, mas faleceu no hospital.



Keli tinha 30 anos e segundo familiares, era uma pessoa alegre, sempre disposta, simpática e carismática com todos, sempre ajudando o próximo.

É de uma profunda tristeza que a família não sabe explicar, disse uma prima da professora, em entrevista ao G1.

Mirla Renner havia completado 20 anos em janeiro. Ela também trabalhava na unidade. Era aluna da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). A instituição decretou luto de três dias em razão de sua morte. Ela cursava Engenharia Química e estava na quarta fase, estudando no campus de Pinhalzinho, cidade vizinha a Saudades.


A identidade das vítimas foi confirmada pela família e secretária da Educação. Além das professoras, três crianças com menos de dois anos morreram atingidas por golpes de facão. O agressor tem 18 anos, e tentou suicídio, mas foi preso com vida e levado para o hospital.

O atentado aconteceu em Saudades, município no Oeste de Santa Catarina. A escola foi Pró-infância Aquarela foi atacada pelo rapaz na parte da manhã. A instituição atende crianças de 6 meses a dois anos.

Gisela Hermann, secretária municipal de Educação, conta com horror como ficou impressionada ao entrar na escola. Disse que parecia um filme de terror. Viu que o autor do ataque estava no chão, no local com uma professora e criança, mortas. Ele foi para o hospital, foi intubado e transferido para Chapecó, em estado gravíssimo.

Saudades é uma pequena cidade, com 9,8 mil habitantes e fica a cerca de 70 quilômetros de Chapecó, considerada a maior cidade do Oeste catarinense, e a 600 quilômetros de Florianópolis. O caso chocou tanto o estado de Santa Catarina quanto o Brasil. Visto que a crueldade do autor foi imensa, pois invadiu um local que as vítimas não tiveram a chance de se defender.


Segundo alguns relatos, o número de mortos não foi maior, porque outras professoras esconderam as crianças que estavam na creche. O caso continua em investigação, e até o momento, não se sabe qual foi a motivação do rapaz em realizar o crime.

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