Comportamento

Professora de universidade rejeita conceito de “mulheres trans” e é tachada de transfóbica

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A professora universitária tem sido alvo de duras críticas por compartilhar sua opinião sobre mulheres trans. Entenda!



A transexualidade é uma pauta que sempre dá o que falar. Recentemente, uma professora de filosofia, especialista em gênero e orientação sexual, está sendo atacada por conta de seu ponto de vista sobre o assunto. Ela é docente da Universidade de Sussex, na Inglaterra.

Conforme contado em matéria do Daily Mail, Kathleen Stock, 48, escreve e fala abertamente sobre sexo e identidade de gênero, e afirma que feminilidade e masculinidade refletem sexo biológico, não gênero ou identidade de gênero.

Ela também acredita que as mulheres trans não são mulheres de fato, que a orientação sexual é determinada pela atração pelo mesmo sexo, não pela atração pela identidade de gênero, e também é a favor de proibir mulheres trans de usarem vestiários femininos, afirmando, em 2018, que “muitas mulheres trans ainda são homens com genitália masculina”.


Apesar de afirmar que não é transfóbica, suas declarações têm sido recebidas com muita negatividade pela comunidade, e até movimentando uma campanha de “intimidação” contra ela, em que alguns alunos chegam a pendurar cartazes pedindo sua demissão, dizendo que não há espaço para pessoas como ela no campus.

Assim como diversas pessoas repudiaram o pensamento de Stock, outras saíram em sua defesa. Uma delas foi uma feminista radical chamada Julie Bindel, que chamou os apoiadores aos ataques à professora de “valentões sádicos”.

2professora de universidade rejeita conceito de mulheres trans e e tachada de transfobica

Direitos autorais: reprodução Twitter/@Docstockk.

Jessica Taylor, uma autora feminista radical, disse que apoia a professora, e que liberdade acadêmica para debater assuntos como esse é vital para o desenvolvimento humano e social. A situação chegou a tal ponto que até mesmo a universidade manifestou preocupação contra o “assédio” ao qual Stock tem sido exposta.


Um porta-voz da Universidade de Sussex deu uma declaração ao MailOnline, afirmando que a instituição está comprometida em ser um local seguro e inclusivo, “que valoriza e promove a igualdade e a diversidade, busca resolver conflitos, promove boas relações e defende a liberdade de expressão legal”.

No entanto, defendeu que todos os debates sejam realizados sempre com muito respeito, protegendo tanto os alunos quanto os funcionários.  Adam Tickell, vice-reitor da universidade, também se manifestou, explicando que atividades planejadas para atacar a professora estão sendo investigadas na universidade, reafirmando a responsabilidade de permitir que Stock exerça a sua liberdade acadêmica.

Tickell acrescentou que a Universidade de Sussex não tolerará ameaças às liberdades acadêmicas e que a instituição tomará todas as medidas necessárias para proteger os direitos da comunidade.


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