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Ataque a creche de SC: professoras mortas na tragédia são identificadas

O ataque aconteceu no último dia 4 de maio. Confira.



As escolas são lugares em que mandamos os nossos filhos com a plena segurança de que receberão o maior cuidado possível, e que serão direcionados nos melhores caminhos de vida, aprendendo tudo o que precisam para que possam se tornar adultos de sucesso.

Por toda a responsabilidade envolvida nessa escolha, é comum que pensemos bastante antes de decidirmos qual o local ideal para que os nossos filhos estudem. No entanto, em alguns casos, os maiores riscos que correm não estão relacionados à organização interna das escolas, mas sim ao que vem de fora delas.

No último dia 4 de maio, uma tragédia atingiu o nosso país, quando um jovem da cidade de Saudades, em Santa Catarina, protagonizou um ataque à creche Aquarela, utilizando uma arma metálica e um facão. A creche atendia bebês de 6 meses a 2 anos de idade. Os nomes ainda não foram divulgados.


O ataque aconteceu por volta das 9h30, segundo a Secretaria de Educação do Município. A tragédia resultou na morte de 3 crianças e 2 adultas, que eram professoras do local.

As identidades das duas educadoras já foram divulgadas. De acordo com informações da Revista Crescer, as professoras eram Keli Adriane Aniecevski, de 30 anos, que morreu no local, e Mirla Renner, agente educativa, que atuava como auxiliar das professoras, que chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

Mirla havia feito 20 anos em janeiro, era acadêmica de engenharia química na UDESC, e trabalhava como agente educativo na cidade, há 2 anos, mas começou a trabalhar na creche este ano, segundo um amigo da vítima. As crianças que também morreram no ataque tinham menos de 2 anos. Gisela Ivani Hermenn, secretária municipal de educação, disse em entrevista à Crescer que, quando chegou ao local, o que testemunhou foi uma “cena de terror”.

Já haviam muitas pessoas no local, e o autor do ataque estava deitado no chão, agonizando, como consequência de uma represália. Segundo ela, havia muito sangue no local, e a situação a traumatizou.


Informações do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina mostram que o jovem, após atacar as pessoas no local, também desferiu golpes contra o próprio pescoço, abdômen e tórax, e que foi encaminhado em estado gravíssimo ao Hospital em Pinhalzinho. A cidade de 9 mil habitantes, no Oeste de SC, ficou horrorizada com o crime, sobre o qual ainda não foi descoberta a motivação.

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