Reflexão

Quando você ajuda um colega de trabalho, você não cria um concorrente, semeia gratidão!

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Não é preciso “puxar o tapete” das pessoas ao seu lado no mercado de trabalho, principalmente porque podem ser justamente aquelas que vão lhe estender a mão.

As relações humanas são baseadas, em sua maioria, em afetos ou interesses. Não precisamos nem ir muito longe para compreender isso, basta olhar ao redor e reparar as pessoas pelas quais temos carinho e as quais mantemos ao nosso lado por pura necessidade. Normalmente, a segunda opção é mais restrita ao mercado de trabalho do que a relações pessoais, mas tudo é possível.

Somos ensinados, desde pequenos, que a competição deve ser o caminho tomado, por isso, aprendemos que, em tudo que vamos fazer, precisamos provar aos outros nossa capacidade e superioridade e, de preferência, ficar mais tempo sob os holofotes. Vamos assimilando isso quando somos comparados aos colegas de sala, quando somos colocados em posições hierarquizantes no vestibular e até quando disputamos vagas de emprego.

Assim que ingressamos no mercado de trabalho, vamos criando nosso círculo social, ficando próximos das pessoas com quem temos mais afinidade ou de quem precisamos, dependendo do cargo e da nossa profissão. Não é errado enxergar as relações trabalhistas com mero interesse, pois somos colocados nessa posição, fomos treinados até pelo patrão para entrar em conflito.

Mas é possível, sim, criar boas relações com aqueles que, aparentemente, podem nos tomar um cargo ou posição na empresa. Se você tem dúvidas disso, basta apenas compreender que as pessoas que ficam ao nosso lado no trabalho são aquelas com quem, provavelmente, passamos a maior parte do tempo, e que não faz bem para a pele, muito menos para a alma, cultivar desavenças.

Tratar bem quem está ao nosso lado não aumenta nossa concorrência, apenas faz com que criemos novos aliados e amigos para a vida. Em muitos momentos, somos incentivados a enxergar com descaso aqueles que trabalham conosco, e essa competição descabida pode até mesmo ser incentivada por líderes, como supervisores ou chefes, tudo porque estão apenas atrás de resultados, e não de companheirismo.

O seu trabalho não pode ser encarado como sua essência, como sua força de viver e motivação, principalmente se você apenas desempenhar uma função dentro da empresa. É possível cultivar relações potentes no trabalho, estendendo a mão sempre que possível a quem precisa, mostrando-se disponível a sanar dúvidas e a auxiliar nos processos. Ninguém entra em nenhum lugar sabendo tudo, e compartilhar aprendizados e experiências nunca pode fazer mal.

Enxergue seu colega de trabalho como seu semelhante, coloque-se em seu lugar, tente se mostrar disponível, abarcar suas dúvidas e por que não manter uma relação mais estreita e sólida. Não vale a pena semear maldade, aflição ou competição desnecessárias, principalmente porque estamos do mesmo lado, trabalhando para sustentar nossas famílias, pagar nossas contas e seguir a vida.

Existem coisas muito mais importantes do que usar a cabeça do outro como escada para o sucesso, principalmente porque ninguém que faz o mal consegue viver com a consciência tranquila. Abrace aquela pessoa da sua sala, reconcilie-se com quem sempre esteve ali, querendo interagir mais com você, e não deixe que as cobranças e o estresse da profissão o impeçam de fazer boas amizades.

Se você está na dúvida, saiba que, em todas as ocasiões, é sempre possível fazer o bem, inclusive naqueles momentos em que apenas a raiva toma conta de você, quando é ainda mais importante focar apenas nas coisas boas da sua vida. Nada de bom nasce de um solo malcuidado, criando inimizades, apenas pensamentos ruins e péssimas energias vão chegar até você.

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