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Quando você se livra do que não te faz bem, sua vida reaviva!

O tempo não espera decidirmos se queremos ou não, o tempo faz perfeitamente o papel dele. 



Já parou para pensar quanto peso desnecessário carregamos nos ombros ao preço de nos sujeitar a negar nossa própria alegria, leveza e paz?

Na maioria dos momentos da nossa vida, não pensamos, essa é que é a verdade, porque vivemos no automático, sem pensar, sem questionar, sem respirar, sem sentir, apenas queremos fazer o necessário e suficiente para não mexer em “vespeiro” para não nos machucar, para não ter de argumentar e/ou encarar fatos, pessoas ou situações que há muito tempo nos sufocam e nos fazem viver em meio a muitas restrições.

Mas, por que aceitamos tais coisas? Pode-se dizer que a zona de conforto, tão abordada ultimamente, seja a resposta mais adequada para isso. Mas sugiro que olhemos além. Uma vez detectado que se trata da zona de conforto, então por qual motivo não reagimos e saímos dela?


A zona de conforto, mesmo quando identificada, não assusta tanto aos que querem permanecer nela, pois tudo o que está maquiadamente “sob controle” transfere um sentimento enganoso de prazer, fazendo com que pensemos que está tudo bem e assim o que está consolidado não precisa ser modificado.

Será? Realmente temos de aceitar o que nos mata todos os dias, em nossos lares, onde os laços estão ruindo; em ambientes de trabalho, onde chefes ditadores nos humilham; em instituições que se proclamam religiosas, mas ludibriam muitos indivíduos feridos e não lhes manifestam o verdadeiro Amor de Cristo; em relacionamentos abusivos que, apesar de serem de boas procedências, intoxicam?

Temos de aceitar tudo isso que nos põe a esmo e distantes de nós mesmos, todos os dias, somente para nos manter na zona de conforto e assim continuar chafurdando na lama das nossas lamentações?


Nossas lamentações são consequências da nossa incapacidade de lutar contra o que queremos negar, negar as verdades que já sabemos é sermos eternos fugitivos da vida e sombra de nós mesmos.

Pare e pense profundamente sobre a primeira pergunta feita no início deste texto. Reflita! O tempo não espera decidirmos se queremos ou não, o tempo faz perfeitamente o papel dele.

Pare de se tolher por conta de outros que querem levar você em ventos dúbios e discursos falaciosos. Ouça-se! Sinta-se!

Livre-se dos pesos mortos, das cobranças injustas, das armadilhas emocionais dos outros, dos apelos covardes, que não respeitam suas opiniões. Livre-se! Quebre essas correntes!

Ao se livrar, sua vida reaviva tudo de mais puro e singelo que há em sua essência. Reconheça e assuma seu caminhar e sua caminhada. Reconheça a pessoa em quem a vida o tornou para que um lapidar mais profundo aconteça continuamente.

Não fuja das suas responsabilidades, admita seus erros, suas frustrações, decisões erradas e siga em busca do renovo. É a partir dos erros que também temos o aprendizado para livrarmo-nos de sentenças de outrora que, para o nosso hoje, não servem mais.

Busque se livrar para reavivar-se. Seu tempo já não espera mais decisões tardias.

 

Direitos autorais da imagem de capa: NastyaSensei/Pexels.

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* Matéria atualizada em 23/02/2020 às 3:52





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