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“Que o amor seja eterno enquanto dure”, ou melhor… enquanto se cultive. Que seja cultivado e dure eternamente!

Mas, afinal, o que é mesmo o amor? Não é tão fácil definir…talvez seja mais fácil sentir!

Será possível manter o desejo e o amor em relacionamentos longos, mesmo depois que de passada a fase da paixão? Mas, afinal, o que é mesmo o amor? Não é tão fácil definir…talvez seja mais fácil sentir!


Amor é admiração. No mundo virtual, é “curtir” e “seguir” a pessoa amada. No mundo real, é interessar-se pela pessoa e desejar a sua felicidade. É cuidar e querer bem, é preocupar-se com seu bem-estar.

Amor é amizade. É companheirismo, é ter interesses e projetos de vida em comum, embora se possa manter sua individualidade também com projetos próprios.

É pensar num futuro a dois (ou a três, ou mais…com filhos, animais de estimação), mas pensar num presente e futuro juntos, guardando também as lembranças vividas – boas, ruins, engraçadas…


Amor é atração, carinho, toque, troca de olhares, abraço, beijo. É vontade de estar junto, é sentir falta quando está longe.

Embora o desejo possa não ser tão intenso como no início, ele ainda existe. Pode não aparecer espontaneamente, mas se for ativado com um jantar ou outro programa a dois, ele reacende.

A vida é dinâmica. É natural que um dos aspectos acima possa sobressair e outro ficar meio quieto e esquecido em algum momento. Quando um dos aspectos não vai tão bem, os outros podem segurar o relacionamento. Mas é importante estar atento, rever-se, olhar para si e para o outro, buscar fortalecer todos os pontos. E mais importante ainda é amar a si mesmo. Assim, é possível manter o amor conjugal, mas é preciso cultivá-lo.

“Que seja eterno enquanto dure”, ou melhor… enquanto se cultive. Então, que seja cultivado e dure eternamente.



Direitos autorais da imagem de capa: Cassie Lopez on Unsplash





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