Sucesso

Quem você “é” não determina seu sucesso

Alcançar o sucesso

É isso mesmo: sucesso não tem nada a ver com quem você é…



Tenho algumas coisas pra falar sobre isso.

Eu sei que existem pessoas desiludidas ou decepcionadas, que dizem que metas não servem pra NADA, e que na vida tudo é questão de “sorte”, ou de se ter nascido em “berço de ouro”.

Bom… Algumas coisas são questão de sorte…


Mas nem tudo é.

Pois então, deixa eu compartilhar um pouco da minha experiência pessoal com metas.

Não me acho muito bom com elas. Mas, por experiência própria, sei que não é necessário ser perfeito para atingi-las.

Minha conclusão sobre isso é:


Quer atingir suas metas?

Seja Imperfeito.

Minha estrada foi cheia de erros, atrasos e até muitas imprudências de minha parte.

Também me acho uma pessoa bastante distraída… E me arrisco demais.


Tenho muito o que melhorar no que diz respeito a FOCO.

Mas tenho meus pontos fortes.

Eu sei que, se prestar atenção demais ao que tenho de frágil, esqueço as coisas boas que posso realizar.

(E que, se eu esquecer essas coisas boas… Bom, aí eu não vou fazê-las, não é?)


Como prática cotidiana, não dou muita atenção às minhas fraquezas. Prefiro cultivar minhas forças.

Um dos meus pontos fortes é que eu sempre acredito que vou conseguir.

Sem essa idéia permeando tudo que faço, nada sou.

“Eu vou conseguir.”


Muitas pessoas DIZEM que fazem isso… Mas não fazem de verdade.

Essas pessoas são aquelas que dizem que vão conseguir, mas que não seguem nenhum plano para que, de fato… CONSIGAM!

Não é preciso ser perfeito, mas na estagnação é impossível conquistar novas metas.

Gostaria de compartilhar com você um pedacinho do meu dia.


Minha esperança é que esse breve relato lhe inspire.

Eu acho maravilhoso planejar, acreditar, perseverar, atingir e celebrar nossas vitórias!

Nesse momento, acabei de me tocar de algo que foi o que me motivou, de fato, a escrever.

Estou vivendo uma das visões da minha vida…


Um sonho que planejei há 8 anos atrás.

Hoje o dia foi prazeroso, intenso e cansativo.

Fiz o acompanhamento de 5 pessoas. As sessões foram SUPER impactantes.

Com a sensação de dever cumprido, fui pra minha cama.


Depois de um tempo, me encontro relaxado, recebendo o aconchego do meu filho recém-nascido.

Ele dorme no meu colo, como um querubim.

Ter um filho é uma das coisas mais maravilhosas que podem acontecer a um adulto.

É viver uma infância toda de novo.

Fico triste em saber que existem pessoas que gostariam de ter filhos, mas não podem.

Do ponto de vista biológico, não tive muito o que fazer. Nasci assim, e me mantive fértil até hoje. Me considero com sorte nesse ponto. Mas se não tivesse sorte, apelaria pra algum método de concepção moderno, ou até mesmo adotaria uma criança.

Quem sabe se ainda não adotarei uma no futuro?

Um pouco desajeitado, confesso, estou com um laptop também no colo, junto com o bebê, que dorme deitado no meu peito.

Não consegue imaginar a situação? Nem eu rsrsrsr…

Estou revisando a estratégia de execução para o segundo CD de MPB que estou produzindo junto com a mulher da minha vida.

(Na verdade, parei a revisão pra escrever essa mensagem pra você… Mas já volto ao CD.)

Há mais de um ano eu e ela temos separada em uma conta a verba suficiente para tocarmos o projeto.

Mas não temos carro…

Afinal, quem precisa de um bom carro zero quando temos a chance de investir em um projeto cultural com um dos maiores produtores musicais do país?

Um carro não produz música. Música é o que nos move de verdade. O carro pode vir depois… E se não vier, não tem problema. Tenho mais um grande sonho pra realizar.

Talvez o termo “mulher da minha vida” venha a chamar atenção de alguns leitores. E talvez estas pessoas tenham achado que eu sou “bom com mulheres”.

Na verdade, eu nunca fui bom com mulheres.

Era tímido demais.

Minha estratégia era beeeem rudimentar… Eu apenas esperei e me guardei… Pro momento certo… Pra pessoa certa.

Tive amores anteriores. Mas não pude aproveitá-los. Faltava maturidade. Faltava coragem. Faltava sei lá o quê… E muito mais do que isso.

A minha fórmula pra conquistar um grande amor foi dolorida demais. Mas o “investimento” teve um retorno impressionante:

Hoje temos cumplicidade.
Compartilhamos nossos maiores sonhos.

Eu basicamente me mantive firmemente longe de mulheres que fazem “quadradinhos de oito”. Como você já deve ter deduzido, isso reduziu drasticamente as minhas chances de beijar na boca… E a quase ZERO as chances de conseguir uma namorada, rsrsrsr…

Mulheres que fazem “quadradinhos de oito” multiplicam suas chances de beijarem na boca e fazerem sexo, mas praticamente anulam suas chances de serem respeitadas e valorizadas por um homem que diga, legitimamente, “eu te amo”.

Certas coisas não combinam… Manga com leite… “Quadradinhos de oito” e “amor de verdade”.

Desculpe-me a franqueza. Se você não é uma mulher do tipo “quadradinhos de oito”, meus parabéns. A vida pode até não lhe entregar um amor de bandeja. Mas você pelo menos tem chance de ser feliz em um relacionamento a dois.

Também não costumamos viajar muito…

Na verdade, viajamos. Às vezes temos uma estadia gratuita em alguma cidade nova, quando vamos fazer algum show importante. Vitória, BH, Foz do Iguaçú… Foram alguns dos lugares que visitamos sem custos, graças à música.

Outras vezes, somos bem vindos à pousada de um antigo cliente, que iniciou seu negócio durante um processo de coaching que eu fiz com ele. Esse retiro também nos vem sem qualquer custo.

Mas não procuramos planejar nossas viagens.

Isso porque não existe, de verdade, destino algum no planeta que nos dê a sensação que é estar dentro de um bom estúdio de gravação, ou num palco, vendo a música acontecer, ou (no meu caso), atuando em uma consulta com alguém que quer mudar sua vida da água pro vinho.

Muitas pessoas me disseram no passado que isso era loucura. Até ouvirem o resultado final e o reconhecimento que o primeiro disco teve na indústria fonográfica. Apesar de não ter “bombado”, conseguimos uma posição e reconhecimento que pouquíssimos artistas musicais independentes têm em nosso país.

Hoje, todo mundo que disse que era loucura me apóia nessa jornada musical.

Nem eu sabia que conseguiria escrever músicas que outras pessoas viessem a gostar tanto… Esse foi um talento que nutri um passo depois do outro. Com dedicação e constância… Mas sem qualquer exagero de dedicar mais horas do que existe em um dia.

Escrever música sempre foi mais ou menos como um hobby. Mas eu era constante em querer aprender a compor cada vez melhor. Depois de quinze anos, você acaba conseguindo algum avanço significativo.

Muitas pessoas desrespeitam a si mesmas, dizendo que seus talentos não têm qualquer significância, e que devem ser deixados de lado. Se eu me diminuísse assim, teria menos essa história pra contar.

Eu não nasci com ninguém por perto dizendo que tinha talento pra compor. E, na verdade, eu não tinha esse talento até começar a dizer pra mim que eu queria conquistá-lo.

Quinze anos de germinação…

O disco novo sairá com algumas músicas de minha autoria. Talvez três delas.

Certamente elas tocarão em algumas rádios pelo país, como outras duas do CD anterior já tocam.

Quem sabe se dessa vez elas não chegam ao grande público?

Nada disso importa…

Estou fazendo o que amo fazer.

O resto é consequência.

Minha cama é grande. Minha mulher está ao meu lado, dormindo como um anjo…

Se Deus não quiser que nós fiquemos juntos até a morte, eu posso dizer que tive momentos como esse aqui – muitos momentos, intensos e por muitos e muitos anos. Mas… A não ser que a separação se dê por acidente, não acredito que nos separemos por nossa escolha. Nos damos impressionantemente bem.

Agora, se Ele permitir que a gente fique junto até ficar velho e feio, pelo menos ela tem uma das vozes mais bonitas que eu já ouvi. E uma voz bem cuidada e afinada dura pra vida toda.

À minha volta, no meu dia, no meu trabalho, vejo somente pessoas com quem me relaciono bem.

Levei anos pra aprender a me comunicar de forma a construir relacionamentos sólidos com 99% das pessoas, 99% do tempo. 99%, porque às vezes a gente erra. E às vezes, penso que não vale mesmo o esforço de me comunicar bem com algumas pessoas.

De qualquer maneira, trabalhei sério pra desenvolver a habilidade de estabelecer limites sem criar inimizades.

Tudo isso imaginei que conseguiria há 8 anos atrás. Mas quando pensei que conseguiria, ainda não sabia o como.

Há 8 anos, tudo era apenas sonho.

Naquela época, estava me realizando profissionalmente, em uma área completamente diferente da que trabalho hoje. Naqueles dias, eu estava chegando no auge de uma viagem de 10 anos. Era o meu primeiro grande sonho profissional sendo realizado.

Pergunta se qualquer uma dessas viagens valeu a pena?

Cada passo da jornada inteira foi prazeroso.

Tudo isso me deixa com uma pulga atrás da orelha. Existem pessoas que não acreditam em si mesmas, nem muito menos acreditam que podem alcançar suas metas.

Existem pessoas que acreditam que metas ou sonhos são irrelevantes, ou que é “tudo balela”. “Conversa pra boi dormir”.

Pois, hoje, também realizo diariamente o sonho de ajudar pessoas que se encontram neste estado a perceberem que tudo pode ser BEM melhor pra elas.

E como exemplo, vou citar um atendimento passado.

Vou trocar várias informações sobre a sessão, pra essa pessoa permanecer com a sua privacidade, ok?

Eu conversei com um cliente que começou a sessão dizendo que não via futuro para si mesmo.

Ele havia sido diagnosticado com pânico por um psiquiatra.

Eu geralmente não trabalho com casos clínicos como esse. Mas eventualmente alguém quer se aventurar em coaching vindo de um quadro dessa natureza. Eu aviso, antes de qualquer coisa, que o meu trabalho não pode ser confundido com a medicina, e que são coisas diferentes.

Meu trabalho é feito quase exclusivamente com pessoas com a mente saudável.

A maioria dos meus clientes costumam ser pessoas já bem estabelecidas profissionalmente, com saúde mental, financeira e social, que sabem que poderiam realizar mais ainda em suas vidas, e querem alcançar sua própria excelência.

Mas em alguns momentos, com clientes que me procuram vindos de quadros clínicos, coisas muito mágicas acontecem.

Durante aquela conversa, ele “mostrou” seu “pânico” pra mim, enquanto contava sua história…

E em meia-hora eu o ajudei a entender como ele podia interromper este ciclo.

Durante aquele tempo em que estive com ele, eu o ajudei a perceber o quanto ele podia se colocar fora do seu “pânico”.

Durante aquele tempo, eu lhe disse que se eu vivesse ao lado dele, ele nunca entraria no mesmo ciclo novamente, e ninguém nunca mais diria que ele tem “pânico”.

O objetivo daquelas palavras não foi pra me convidar pra viver ao lado dele, claro… Mas pra fazê-lo entender algo.

Durante aquele tempo, eu o ajudei a entender que o tal “pânico” não tinha nada a ver com o que ele “era”, mas sim com o que ele FAZIA.

Durante aquele tempo, eu o ajudei a entender que ele tinha ESCOLHA sobre o que queria fazer.

Durante aquele tempo, eu o ouvi dizer:

“Eu estou com a sensação de vitória.”

Ele disse mais uma coisa:

“Agora posso perceber que existe futuro pra mim. Existe esperança. Fé total em mim mesmo.”

Esse cara havia passado mais de uma década em conflito consigo mesmo.

Da excelente sessão que tive com ele, uma única coisa eu gostaria de deixar aqui pra você:

METAS: não chegar a uma delas não tem nada a ver com quem você “é”, mas sim com o que você FAZ.

No meu caso, e no caso de várias pessoas que conheço, chegar em suas metas envolve riscos e sacrifícios.

Envolve errar UM MONTE DE VEZES. Envolve abrir mão de prazeres fáceis. E até de algumas coisas aparentemente essenciais.

Em um nível simples: não temos carro, mas podemos pagar por um taxi quando quisermos.

Em um nível mais alto: não viajamos tanto, mas nossos investimentos nos deram acesso a algumas das pessoas mais importantes do mercado da música brasileira.

Meus sacrifícios fizeram com que minha empregabilidade hoje fosse altíssima, e tenho o prazer de trabalhar quando eu quero, com quem eu quero, no projeto que eu quero.

O que você conquista tem muito mais a ver com o que você “faz” do que com quem você “é”. E, sim… Talvez requeira uma década…

Mas e daí?

Se você ama o que faz, uma década de trabalho só pode significar uma bênção.

Se você por acaso diz pra si que não pode chegar onde quer porque não “é” adequado, então eu lhe convido a se livrar dessas tolices.

Que pensamentos sobre quem você “é” você precisa jogar fora a partir de hoje pra conseguir chegar às suas metas com mais facilidade?

Eu sei que esse texto não teve muita coerência. Eu pulei de assunto muitas vezes. Ele é enorme. Nada sucinto. Certamente com alguns erros de Português. Mas esses são problemas que eu estou procurando resolver nesse momento. Espero que me perdoe por ainda não ter atingido a meta de ser um escritor de alto nível.

 

Escrito por Rodrigo Santiag via EspalheAmor

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