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Relacionamento amoroso e complexo de édipo:

Você já pensou que as relações que vivenciou na infância, podem explicar o que você tem agora como amor e relacionamento?

Nossos pais, ou aqueles que foram os nossos responsáveis na infância, sejam tios, avós, padrinhos, vizinhos, tutores nos deixaram como legado o que eles vivenciavam sobre se relacionar.



A família é o primeiro contato de socialização que o pequeno ser ainda bebê tem como referência. Então, é nesse espaço que aprendemos, e copiamos os adultos. O mito do Complexo de Édipo baseado na peça de Sófocles (486 a.c. – 406 a.c.) e teorizado por Freud (o pai da psicanálise) será vivenciado por praticamente todo ser humano que viva em sociedade. E consiste num triângulo amoroso entre a criança, menino ou menina, que tem como seu objeto de amor a mãe.

Entretanto, ela (figura feminina) é disputada pelo pai (ou figura masculina), então, para ter a mãe somente para si, a criança deseja “eliminar” o concorrente de alguma forma. O resultado desse triângulo amoroso determinaria o comportamento da criança, inclusive suas neuroses estariam relacionadas com o desfecho dessa história na vida adulta. Você muito provavelmente não se lembra das angústias que passou por volta dos 3 ou 4 anos.

E o que isso tem com minhas escolhas amorosas? Tudo. Porque, em algum momento de nossa vida vamos repetir o que aprendemos sobre se relacionar com o outro. Simplesmente repetimos o que vivenciamos. Na prática funciona assim:


  1. Se você teve um pai autoritário, agressivo, sofreu abuso quando criança escolherá um parceiro(a) que o faça reviver isso de alguma forma. Já percebeu que quando a mulher teve um pai (ou figura que tomou como pai) agressivo, ela tem em algum momento da vida um namorado que a agride?
  2. Já percebeu que as filhas de mulheres que engravidaram precocemente também engravidam muito cedo? Parece algo destinado a acontecer. E também está relacionado ao que Tony Robbins chama de modelagem no livro ” Poder sem limites”. Modelar = Copiar. Fazemos isso 24h/dia. Inconscientemente. Calma. É totalmente possível mudar isso. Como? Por meio do autoconhecimento. Tenho 2 perguntas a fazer pra Você:
  3. Qual é o modelo de relacionamento amoroso que você teve quando criança?
  4. Você quer repetir isso na sua vida hoje?

Sugestões:

  1. Se Você teve um modelo positivo, de amor respeitoso, edificante, de crescimento mútuo, é muito provável que continue essa história de amor na vida adulta.
  2. Agora, caso tenha vivenciado uma relação conflituosa, de brigas, discussões e violência, sugiro que pare IMEDIATAMENTE, trace um Avatar (descubra como fazer isso no artigo do dia 19/jan/2017) do seu parceiro ideal, e avalie a possibilidade de romper o relacionamento. A possibilidade de uma relação problemática e conflituosa se tornar saudável e amorosa é muito pequena. Você nunca transformará seu parceiro. Ele dá o que ele tem pra dar.

É totalmente possível você encontrar alguém que é o seu par perfeito, e que contribuirá para que você se torne uma pessoa mais evoluída e feliz. E quanto mais saudável for essa relação, mais você contribuirá para a evolução da raça humana. Conhece a Teoria do 101° macaco? Explico no vídeo #255|365 no meu canal do YouTube.

Eu somente compreendi essa profunda relação com meus pais depois, depois de muito choro, depressão, culpa, medo. E valeu muito a pena. Hoje me relaciono com um parceiro racionalmente e intuitivamente escolhido, é claro, muitas feridas surgem, entretanto, são passíveis de superação. Como? Porque escolhi alguém que também sabia que tinha feridas e queria curá-las. Juntos somos muito mais.


Desejo coragem e muito boa sorte! Um degrau por dia, um dia de cada vez. Um beijo e até semana que vem!

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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